Marinha da Colômbia apoia expedição científica na Antártida

Colombian Navy Supports Scientific Expedition in the Antarctic

Por Dialogo
janeiro 23, 2015




A Marinha da Colômbia está fornecendo apoio logístico, operacional e científico – e seu maior e mais sofisticado navio – para que 20 pesquisadores realizem a primeira expedição científica do país à Antártida.

Os cientista estão a bordo do navio de patrulha militar ARC 20 de Julio
, que partiu para a missão em 16 de dezembro da Base Naval Bolívar, em Cartagena. A embarcação cruzou o Canal do Panamá e, depois, navegou pela costa do Pacífico na América do Sul, chegando à Antártida em 18 de janeiro. A missão será concluída em 12 de março.

O ARC 20 de Julio

transporta 102 pessoas na viagem, das quais 82 tripulantes. Os 20 pesquisadores são de 11 instituições colombianas, incluindo a Marinha; o Exército Nacional, a Direção-Geral Marítima, a Comissão Oceanográfica da Colômbia; a Escola Naval de Cadetes Almirante Padilla; a Força Aérea da Colômbia e as universidades de Norte, Valle, Antioquia e Los Andes, além das fundações de Conservação Internacional Malpelo, Yubarta e Omacha.

Uma missão ‘essencial’


A missão marca o lançamento do Programa Antártico da Colômbia, que estabelecerá uma presença geopolítica no continente e traçará a base para investigações científicas contínuas.

Os cientistas realizarão experiências sobre como as diferentes áreas da Antártica impactam o planeta. Entre outras tarefas, eles criarão cartas de navegação para áreas não exploradas do continente e investigarão a segurança marítima, o fenômeno El Niño e o comportamento de grandes mamíferos e peixes.

“Os pesquisadores da Direção-Geral Marítima e do Centro de Pesquisas Hidrográficas e Oceanográficas, com nove cientistas da Marinha da Colômbia, vão realizar uma pesquisa oceanográfica na Baía de Gerlache”, disse o comandante Camilo Segovia, oficial em comando do navio, segundo o site Fan.com.

“A missão é essencial para a sobrevivência da nossa nação”, acrescentou Segovia. “A expedição é fundamental para desenvolver várias experiências que irão determinar como nosso clima, biodiversidade e produção agrícola serão afetados pelas condições climáticas da Antártida.”

Uma embarcação naval sofisticada


Para realizar esta missão em um ambiente hostil, as autoridades militares escolheram o ARC 20 de Julio
(OPV-80), um dos navios mais modernos da Marinha Nacional da Colômbia.

“O navio foi escolhido para a expedição [à Antártida] devido à sua capacidade operacional, versatilidade e configuração”, disse o comandante Segovia, segundo o El Heraldo.


O ARC 20
é uma das mais recentes criações navais dos estaleiros operados pela Corporação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Indústria Naval, Marítima e Fluvial (Cotecmar). Esta embarcação tornou-se parte da frota colombiana em 2012. O navio, com mais de 80 m de comprimento e 13 m de largura, não é um quebra-gelo. Em sua primeira missão, o ARC 20 de Julio

foi designado para a Força-Tarefa Antidrogas Tumaco, na qual realizou operações de interdição marítima para desmantelar redes de apoio terroristas ligadas ao narcotráfico na costa do Pacífico da Colômbia, segundo o site do Programa Antártico da Colômbia.

Embora o navio não seja um quebra-gelo, pode suportar temperaturas extremamente geladas. Está equipado com importantes aparelhos científicos, incluindo instrumentos, laboratórios, sensores de movimento e um ecossonar sob o casco .


Ao final da expedição, o ARC 20 de Julio
terá viajado 14.417 milhas náuticas, com 12 paradas para reabastecer e fortalecer os laços com nações amigas. O navio também vai parar nas bases científicas das Ilhas de Greenwich e Rei George.

Marinha da Colômbia protege o ambiente


O envolvimento da Marinha na missão demonstra sua dedicação para proteger o ambiente e cooperar com outros países para atingir esse objetivo. Está “protegendo o planeta”, diz o analista de segurança Edwin Hernández, da Universidade da Colômbia.

“Nesta missão, a Marinha é parte de uma grande parceria que envolve vários temas; eles estão envolvidos porque seus marinheiros são os melhores treinados em mar e navegação.”

A região da Antártida possui um valor científico e geopolítico significativo.

Em 1959, representantes de 12 países – incluindo Argentina, Chile, Austrália e Reino Unido – assinaram o Tratado da Antártida em Washington, D.C., EUA, incentivando o uso da região com propósitos pacíficos e a continuidade de observações científicas. Na década de 80, a Colômbia foi incluída no Tratado como observadora; hoje, o país espera se tornar um membro consultor.

A Marinha Nacional vai continuar a realizar ações para proteger o potencial naval e científico do país, e seu apoio ao Programa Antártico da Colômbia apoiará o desejo do país de se tornar um membro consultor do Tratado da Antártida”, anunciou a Marinha da Colômbia em nota à imprensa.



A Marinha da Colômbia está fornecendo apoio logístico, operacional e científico – e seu maior e mais sofisticado navio – para que 20 pesquisadores realizem a primeira expedição científica do país à Antártida.

Os cientista estão a bordo do navio de patrulha militar ARC 20 de Julio
, que partiu para a missão em 16 de dezembro da Base Naval Bolívar, em Cartagena. A embarcação cruzou o Canal do Panamá e, depois, navegou pela costa do Pacífico na América do Sul, chegando à Antártida em 18 de janeiro. A missão será concluída em 12 de março.

O ARC 20 de Julio

transporta 102 pessoas na viagem, das quais 82 tripulantes. Os 20 pesquisadores são de 11 instituições colombianas, incluindo a Marinha; o Exército Nacional, a Direção-Geral Marítima, a Comissão Oceanográfica da Colômbia; a Escola Naval de Cadetes Almirante Padilla; a Força Aérea da Colômbia e as universidades de Norte, Valle, Antioquia e Los Andes, além das fundações de Conservação Internacional Malpelo, Yubarta e Omacha.

Uma missão ‘essencial’


A missão marca o lançamento do Programa Antártico da Colômbia, que estabelecerá uma presença geopolítica no continente e traçará a base para investigações científicas contínuas.

Os cientistas realizarão experiências sobre como as diferentes áreas da Antártica impactam o planeta. Entre outras tarefas, eles criarão cartas de navegação para áreas não exploradas do continente e investigarão a segurança marítima, o fenômeno El Niño e o comportamento de grandes mamíferos e peixes.

“Os pesquisadores da Direção-Geral Marítima e do Centro de Pesquisas Hidrográficas e Oceanográficas, com nove cientistas da Marinha da Colômbia, vão realizar uma pesquisa oceanográfica na Baía de Gerlache”, disse o comandante Camilo Segovia, oficial em comando do navio, segundo o site Fan.com.

“A missão é essencial para a sobrevivência da nossa nação”, acrescentou Segovia. “A expedição é fundamental para desenvolver várias experiências que irão determinar como nosso clima, biodiversidade e produção agrícola serão afetados pelas condições climáticas da Antártida.”

Uma embarcação naval sofisticada


Para realizar esta missão em um ambiente hostil, as autoridades militares escolheram o ARC 20 de Julio
(OPV-80), um dos navios mais modernos da Marinha Nacional da Colômbia.

“O navio foi escolhido para a expedição [à Antártida] devido à sua capacidade operacional, versatilidade e configuração”, disse o comandante Segovia, segundo o El Heraldo.


O ARC 20
é uma das mais recentes criações navais dos estaleiros operados pela Corporação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Indústria Naval, Marítima e Fluvial (Cotecmar). Esta embarcação tornou-se parte da frota colombiana em 2012. O navio, com mais de 80 m de comprimento e 13 m de largura, não é um quebra-gelo. Em sua primeira missão, o ARC 20 de Julio

foi designado para a Força-Tarefa Antidrogas Tumaco, na qual realizou operações de interdição marítima para desmantelar redes de apoio terroristas ligadas ao narcotráfico na costa do Pacífico da Colômbia, segundo o site do Programa Antártico da Colômbia.

Embora o navio não seja um quebra-gelo, pode suportar temperaturas extremamente geladas. Está equipado com importantes aparelhos científicos, incluindo instrumentos, laboratórios, sensores de movimento e um ecossonar sob o casco .


Ao final da expedição, o ARC 20 de Julio
terá viajado 14.417 milhas náuticas, com 12 paradas para reabastecer e fortalecer os laços com nações amigas. O navio também vai parar nas bases científicas das Ilhas de Greenwich e Rei George.

Marinha da Colômbia protege o ambiente


O envolvimento da Marinha na missão demonstra sua dedicação para proteger o ambiente e cooperar com outros países para atingir esse objetivo. Está “protegendo o planeta”, diz o analista de segurança Edwin Hernández, da Universidade da Colômbia.

“Nesta missão, a Marinha é parte de uma grande parceria que envolve vários temas; eles estão envolvidos porque seus marinheiros são os melhores treinados em mar e navegação.”

A região da Antártida possui um valor científico e geopolítico significativo.

Em 1959, representantes de 12 países – incluindo Argentina, Chile, Austrália e Reino Unido – assinaram o Tratado da Antártida em Washington, D.C., EUA, incentivando o uso da região com propósitos pacíficos e a continuidade de observações científicas. Na década de 80, a Colômbia foi incluída no Tratado como observadora; hoje, o país espera se tornar um membro consultor.

A Marinha Nacional vai continuar a realizar ações para proteger o potencial naval e científico do país, e seu apoio ao Programa Antártico da Colômbia apoiará o desejo do país de se tornar um membro consultor do Tratado da Antártida”, anunciou a Marinha da Colômbia em nota à imprensa.
é bom saber o que se passa no mundo. Gosto muito. É muito bom que a Marinha colombiana esteja contribuindo com essas experiências científicas. Há, no mínimo, cinco incêndios por dia no Vale do Cauca, tenho prova disso em mais de 50 registros fotográficos, ninguém assume a responsabilidade por isso, porque estamos entre a espada e a parede. De um lado, a força de trabalho de nossos vilarejos e veredas, de outro o nosso meio ambiente. O QUE É MAIS IMPORTANTE? Se o número de incêndios for reduzido, o número de máquinas vai aumentar, e, portanto, a força de trabalho será cortada e se as queimadas são realizadas a força de trabalho está feliz, mas o meio ambiente entrará em colapso.
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