Colômbia vai extraditar narcotraficante Daniel Rendón Herrera

Por Dialogo
dezembro 19, 2014



Recentemente, o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, assinou um pedido de autoridades federais americanas para extraditar o suposto narcotraficante Daniel Rendón Herrera para os Estados Unidos.

Rendón Herrera, vulgo “Don Mario”, é procurado pelo Tribunal do Distrito Sul de Nova York sob a acusação de conspirar para traficar drogas e apoiar um grupo terrorista. Ele era membro das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC) antes de sair em 2006 para iniciar o Clã Úsuga, que se tornou um dos grupos do crime organizado mais poderosos do país.

Se condenado da acusação de conspiração de narcóticos, Don Mario vai pegar uma pena obrigatória mínima de 10 anos de prisão e uma pena máxima de prisão perpétua. Ele enfrentará mais 15 anos de prisão se for considerado culpado de apoiar uma organização terrorista estrangeira.

O Supremo Tribunal da Colômbia decidiu em 2010 que Don Mario não poderia ser extraditado até que participasse do processo de reparações da Colômbia, de acordo com a Lei de Justiça e Paz, que oferece um grau de anistia para aqueles que testemunhem sobre o que ocorreu durante o conflito. Embora ele tenha contado ao Tribunal de Justiça e Paz o que ele sabia sobre os crimes cometidos por vários líderes das AUC, ele também admitiu o tráfico de drogas e ter cometido outros crimes depois que saiu das AUC em 2006. Em 2013, o Tribunal de Justiça e Paz decidiu que ele poderia ser extraditado para enfrentar acusações por esses crimes.

Don Mario foi designado um chefão das drogas nos termos da Lei de Designação de Chefes de Narcóticos Estrangeiros pelo presidente dos EUA, Barack Obama, em maio de 2009. Ele é acusado de ter “extensas redes de transporte de drogas em toda a Colômbia que facilitavam o envio de cocaína para os Estados Unidos e Europa”, de acordo com o Departamento do Tesouro dos EUA.

Em 2010, autoridades federais americanas também designaram o irmão de Don Mario, Freddy Rendón Herrera – um ex-líder das AUC de vulgo “El Alemán” – como um chefão das drogas. Os dois irmãos enfrentam acusações federais de conspirar para importação de narcóticos e narcoterrorismo no Tribunal do Distrito Sul de Nova York por força de uma acusação em junho de 2009.

Além disso, em 2013, um juiz colombiano condenou El Alemán a 20 anos de prisão pelo desaparecimento e assassinato em 2002 de Marco Aurelio Osorio Manco, um fazendeiro da cidade de Dabeiba, no Departamento de Antioquia. No entanto, a Suprema Corte colombiana obstruiu a extradição de El Alemán para os Estados Unidos.

Gangue de traficantes ligada ao cartel mexicano e à Mara Salvatrucha é presa no Canadá


A Equipe de Resposta Legal de Alberta (ALERT) informou, em 17 de dezembro, que capturou quatro suspeitos que, supostamente, eram alinhados a um cartel de drogas mexicano e à Mara Salvatrucha, uma gangue de rua com sede na América Central, também conhecida como MS-13.

Os agentes da ALERT suspeitam que quatro pessoas – três homens e uma mulher – estavam trabalhando para La Familia Michoacana, um cartel de drogas mexicano, e para a MS-13. Eles estariam operando na província canadense de Alberta.

Em 11 de dezembro, a polícia prendeu José Antonio Monterrey, o líder do grupo, no momento em que ele tentava embarcar em um voo no Aeroporto Internacional de Edmonton. Policiais levaram três de seus supostos sócios – Peter Alan Griffon, Cody Sterling Tremblett e Penny Sue Fleming – sob custódia durante incursões em suas respectivas residências. Cada suspeito enfrenta várias acusações criminais – entre elas porte de drogas, porte de arma de uso proibido e descuido no uso de arma de fogo.

“A presença deles em Alberta deve ser motivo de preocupação dos albertenses”, disse aos jornalistas o inspetor da ALERT, Darcy Strang. “A ligação deles com os cartéis mexicanos e a MS-13 cria um vínculo com a violência que é incompreensível para a maioria. O potencial de conflito com grupos criminosos existentes é inerente à sua existência.”

A polícia apreendeu narcóticos no valor de 600.000 dólares canadenses (R$ 1,368 milhão), incluindo 5 kg de cocaína, 2,7 kg de ecstasy e dois quilos de substâncias utilizadas para misturar com narcóticos e pílulas de oxicodona, durante as buscas em três residências em Edmonton. Eles também confiscaram 45.000 dólares canadenses (R$ 100.000) em dinheiro, dois fuzis calibre 22, um revólver Desert Eagle calibre 44, uma espingarda de cano serrado, milhares de balas e vários coletes à prova de bala.

“Estas duas armas e a espingardas de cano serrado não são utilizadas para a caça de aves - elas são usadas para caça a seres humanos”, disse Strang aos jornalistas. “Este é um grupo que estava armado e pronto para defender o que eles tinham ... e pronto para assumir qualquer outro grupo que tentasse assumi-los.”


Recentemente, o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, assinou um pedido de autoridades federais americanas para extraditar o suposto narcotraficante Daniel Rendón Herrera para os Estados Unidos.

Rendón Herrera, vulgo “Don Mario”, é procurado pelo Tribunal do Distrito Sul de Nova York sob a acusação de conspirar para traficar drogas e apoiar um grupo terrorista. Ele era membro das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC) antes de sair em 2006 para iniciar o Clã Úsuga, que se tornou um dos grupos do crime organizado mais poderosos do país.

Se condenado da acusação de conspiração de narcóticos, Don Mario vai pegar uma pena obrigatória mínima de 10 anos de prisão e uma pena máxima de prisão perpétua. Ele enfrentará mais 15 anos de prisão se for considerado culpado de apoiar uma organização terrorista estrangeira.

O Supremo Tribunal da Colômbia decidiu em 2010 que Don Mario não poderia ser extraditado até que participasse do processo de reparações da Colômbia, de acordo com a Lei de Justiça e Paz, que oferece um grau de anistia para aqueles que testemunhem sobre o que ocorreu durante o conflito. Embora ele tenha contado ao Tribunal de Justiça e Paz o que ele sabia sobre os crimes cometidos por vários líderes das AUC, ele também admitiu o tráfico de drogas e ter cometido outros crimes depois que saiu das AUC em 2006. Em 2013, o Tribunal de Justiça e Paz decidiu que ele poderia ser extraditado para enfrentar acusações por esses crimes.

Don Mario foi designado um chefão das drogas nos termos da Lei de Designação de Chefes de Narcóticos Estrangeiros pelo presidente dos EUA, Barack Obama, em maio de 2009. Ele é acusado de ter “extensas redes de transporte de drogas em toda a Colômbia que facilitavam o envio de cocaína para os Estados Unidos e Europa”, de acordo com o Departamento do Tesouro dos EUA.

Em 2010, autoridades federais americanas também designaram o irmão de Don Mario, Freddy Rendón Herrera – um ex-líder das AUC de vulgo “El Alemán” – como um chefão das drogas. Os dois irmãos enfrentam acusações federais de conspirar para importação de narcóticos e narcoterrorismo no Tribunal do Distrito Sul de Nova York por força de uma acusação em junho de 2009.

Além disso, em 2013, um juiz colombiano condenou El Alemán a 20 anos de prisão pelo desaparecimento e assassinato em 2002 de Marco Aurelio Osorio Manco, um fazendeiro da cidade de Dabeiba, no Departamento de Antioquia. No entanto, a Suprema Corte colombiana obstruiu a extradição de El Alemán para os Estados Unidos.

Gangue de traficantes ligada ao cartel mexicano e à Mara Salvatrucha é presa no Canadá


A Equipe de Resposta Legal de Alberta (ALERT) informou, em 17 de dezembro, que capturou quatro suspeitos que, supostamente, eram alinhados a um cartel de drogas mexicano e à Mara Salvatrucha, uma gangue de rua com sede na América Central, também conhecida como MS-13.

Os agentes da ALERT suspeitam que quatro pessoas – três homens e uma mulher – estavam trabalhando para La Familia Michoacana, um cartel de drogas mexicano, e para a MS-13. Eles estariam operando na província canadense de Alberta.

Em 11 de dezembro, a polícia prendeu José Antonio Monterrey, o líder do grupo, no momento em que ele tentava embarcar em um voo no Aeroporto Internacional de Edmonton. Policiais levaram três de seus supostos sócios – Peter Alan Griffon, Cody Sterling Tremblett e Penny Sue Fleming – sob custódia durante incursões em suas respectivas residências. Cada suspeito enfrenta várias acusações criminais – entre elas porte de drogas, porte de arma de uso proibido e descuido no uso de arma de fogo.

“A presença deles em Alberta deve ser motivo de preocupação dos albertenses”, disse aos jornalistas o inspetor da ALERT, Darcy Strang. “A ligação deles com os cartéis mexicanos e a MS-13 cria um vínculo com a violência que é incompreensível para a maioria. O potencial de conflito com grupos criminosos existentes é inerente à sua existência.”

A polícia apreendeu narcóticos no valor de 600.000 dólares canadenses (R$ 1,368 milhão), incluindo 5 kg de cocaína, 2,7 kg de ecstasy e dois quilos de substâncias utilizadas para misturar com narcóticos e pílulas de oxicodona, durante as buscas em três residências em Edmonton. Eles também confiscaram 45.000 dólares canadenses (R$ 100.000) em dinheiro, dois fuzis calibre 22, um revólver Desert Eagle calibre 44, uma espingarda de cano serrado, milhares de balas e vários coletes à prova de bala.

“Estas duas armas e a espingardas de cano serrado não são utilizadas para a caça de aves - elas são usadas para caça a seres humanos”, disse Strang aos jornalistas. “Este é um grupo que estava armado e pronto para defender o que eles tinham ... e pronto para assumir qualquer outro grupo que tentasse assumi-los.”
Quanto dinheiro insignificante custou ao orçamento peruano para investigações e ações antinarcóticos para armar ciladas para os chefões que buscam dinheiro internacional? Quero comentar algumas fotos com vocês e, se vocês quiserem, comentem comigo também. Acho muito boas as notícias que vocês publicam. são úteis para os colombianos.
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