Colômbia combate o recrutamento de menores pelas FARC

Colombia Fights FARC’s Recruitment of Minors

Por Dialogo
dezembro 05, 2014




Autoridades militares colombianas estão trabalhando em cooperação com organismos civis para evitar que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) recrutem crianças e adolescentes.

Através de vários programas, mais de dez organizações militares e civis estão participando do esforço, incluindo o Exército Nacional Colombiano, o Ministério da Defesa, a Procuradoria-Geral, a Ouvidoria, o Grupo Policial para a Proteção de Crianças e Adolescentes e o Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar. O ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón, lançou a iniciativa em novembro de 2011 ao anunciar o programa “Basta, aqui sou livre”. Trata-se de uma campanha nacional para aumentar a conscientização sobre os esforços das FARC em recrutar jovens.

Desde que Pinzón anunciou o programa, o Ministério da Defesa organizou centenas de oficinas para alertar crianças, adolescentes e pais sobre as falsas promessas dos recrutadores das FARC. Os membros do grupo terrorista geralmente tentam atrair crianças e adolescentes com propostas de dinheiro, mas esses incentivos são enganosos. Muitos menores acabam trabalhando em acampamentos remotos por pouco ou nenhum dinheiro, com pouca comida e sem chance de manter contato com suas famílias.

Desde que o ministro da Defesa lançou o programa, a campanha chegou a mais de 33.500 pessoas em dezenas de municípios de alto risco em todo o país.

Além de palestras e de uma ampla campanha nos meios de comunicação que inclui camisetas, panfletos e comerciais em rádio e TV, “Basta, aqui sou livre” também patrocina a ação “Brinque pela vida”, uma série de seminários realizados em 14 municípios para promover esportes como alternativas positivas às drogas e à violência.

Ajuda a crianças que já trabalharam para as FARC


A campanha vai além de seminários, panfletos e comerciais em rádio e TV. Como parte da iniciativa, o governo federal da Colômbia capacitou milhares de membros das Forças Armadas sobre protocolos e esforços de prevenção a serem seguidos quando lidam com menores que fugiram ou foram resgatados das FARC.

Os soldados utilizaram esses protocolos em 21 de outubro no estado de Antioquia, onde o Exército Nacional Colombiano participou de uma série de confrontos armados com integrantes das FARC. Após os enfrentamentos, eles encontraram uma menina de 14 anos chorando perto do corpo sem vida de um homem conhecido como “Chamaría”, que era líder da Quinta Frente das FARC. O terrorista de 36 anos havia recrutado a jovem em 2012, quando a tirou de sua família.

Os soldados cuidaram dela e rapidamente a colocaram sob a custódia do Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar.

Em todo o país, autoridades militares e civis realizaram resgates similares de crianças e adolescentes que haviam sido aliciados pelas FARC. Na metade de outubro, policiais do estado de Tolima resgataram uma garota de 13 e um adolescente de 15 anos que disseram ter sofridos abusos físicos e psicológicos durante os vários meses em que estiveram com o grupo guerrilheiro. Em setembro, o Exército libertou cinco menores das FARC no estado de Cauca. O grupo terrorista tinha obrigado um dos menores, de apenas 10 anos, a participar de um treinamento físico extenuante.

As FARC são o maior grupo terrorista envolvido no recrutamento de crianças e adolescentes, mas outras organizações ilegais também abordam os jovens.

“O recrutamento ilegal ocorre todo dia”, diz o Coronel Carlos Lasprilla, chefe da Unidade de Prevenção de Recrutamento Ilegal do Ministério da Defesa. “É uma prática sistemática das FARC, do Exército de Libertação Nacional (ELN) e das gangues criminosas (BACRIM)”.

Desde 2002, mais de 4.000 menores foram vinculados a grupos armados ilegais, de acordo com o Grupo de Assistência Humanitária aos Desmobilizados (GAHD), uma entidade do Ministério da Defesa. Entre 5.000 e 18.000 menores estão atualmente nas fileiras de grupos terroristas e gangues criminosas da Colômbia, de acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU).

De fato, algumas frentes das FARC dependem em grande parte dos menores. Por exemplo, cerca de 60% dos membros da Primeira e da Sétima frentes são crianças e adolescentes, de acordo com estimativas do governo federal. As FARC, o ELN e os BACRIM são especialmente ativos no recrutamento de menores em Antioquia – o estado mais gravemente afetado –, assim como em Guaviare, Tolima, Meta, Norte de Santander, Cauca e Nariño, segundo o Ministério da Defesa.

“Os grupos cometem esse crime há 50 anos, mas infelizmente o crime continua invisível”, diz o Coronel Lasprilla.

Recrutamento de menores aumenta desde 2002


As FARC, o ELN e grupos de crime organizado intensificaram o recrutamento de menores por volta de 2002. Alguns dos líderes das FARC estabeleceram metas específicas para o número de crianças e adolescentes que desejam recrutar. E, para cumprir essas cotas, eles aliciam inclusive crianças de apenas 8 anos.

Grupos armados ilegais se aproveitam da pobreza em que vivem os menores e suas famílias em zonas rurais, de acordo com o GAHD. Além de lhes prometer dinheiro, os recrutadores terroristas atraem crianças e adolescentes com promessas de poder e bens materiais que não teriam condições de obter, como celulares e tablets.

“Os menores não pensam sobre os riscos, e os recrutadores se aproveitam disso”, diz o Coronel Lasprilla. “Em 50 anos, os guerrilheiros não fizeram um único gesto para libertar essas crianças. Precisamos resgatá-las.”



Autoridades militares colombianas estão trabalhando em cooperação com organismos civis para evitar que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) recrutem crianças e adolescentes.

Através de vários programas, mais de dez organizações militares e civis estão participando do esforço, incluindo o Exército Nacional Colombiano, o Ministério da Defesa, a Procuradoria-Geral, a Ouvidoria, o Grupo Policial para a Proteção de Crianças e Adolescentes e o Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar. O ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón, lançou a iniciativa em novembro de 2011 ao anunciar o programa “Basta, aqui sou livre”. Trata-se de uma campanha nacional para aumentar a conscientização sobre os esforços das FARC em recrutar jovens.

Desde que Pinzón anunciou o programa, o Ministério da Defesa organizou centenas de oficinas para alertar crianças, adolescentes e pais sobre as falsas promessas dos recrutadores das FARC. Os membros do grupo terrorista geralmente tentam atrair crianças e adolescentes com propostas de dinheiro, mas esses incentivos são enganosos. Muitos menores acabam trabalhando em acampamentos remotos por pouco ou nenhum dinheiro, com pouca comida e sem chance de manter contato com suas famílias.

Desde que o ministro da Defesa lançou o programa, a campanha chegou a mais de 33.500 pessoas em dezenas de municípios de alto risco em todo o país.

Além de palestras e de uma ampla campanha nos meios de comunicação que inclui camisetas, panfletos e comerciais em rádio e TV, “Basta, aqui sou livre” também patrocina a ação “Brinque pela vida”, uma série de seminários realizados em 14 municípios para promover esportes como alternativas positivas às drogas e à violência.

Ajuda a crianças que já trabalharam para as FARC


A campanha vai além de seminários, panfletos e comerciais em rádio e TV. Como parte da iniciativa, o governo federal da Colômbia capacitou milhares de membros das Forças Armadas sobre protocolos e esforços de prevenção a serem seguidos quando lidam com menores que fugiram ou foram resgatados das FARC.

Os soldados utilizaram esses protocolos em 21 de outubro no estado de Antioquia, onde o Exército Nacional Colombiano participou de uma série de confrontos armados com integrantes das FARC. Após os enfrentamentos, eles encontraram uma menina de 14 anos chorando perto do corpo sem vida de um homem conhecido como “Chamaría”, que era líder da Quinta Frente das FARC. O terrorista de 36 anos havia recrutado a jovem em 2012, quando a tirou de sua família.

Os soldados cuidaram dela e rapidamente a colocaram sob a custódia do Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar.

Em todo o país, autoridades militares e civis realizaram resgates similares de crianças e adolescentes que haviam sido aliciados pelas FARC. Na metade de outubro, policiais do estado de Tolima resgataram uma garota de 13 e um adolescente de 15 anos que disseram ter sofridos abusos físicos e psicológicos durante os vários meses em que estiveram com o grupo guerrilheiro. Em setembro, o Exército libertou cinco menores das FARC no estado de Cauca. O grupo terrorista tinha obrigado um dos menores, de apenas 10 anos, a participar de um treinamento físico extenuante.

As FARC são o maior grupo terrorista envolvido no recrutamento de crianças e adolescentes, mas outras organizações ilegais também abordam os jovens.

“O recrutamento ilegal ocorre todo dia”, diz o Coronel Carlos Lasprilla, chefe da Unidade de Prevenção de Recrutamento Ilegal do Ministério da Defesa. “É uma prática sistemática das FARC, do Exército de Libertação Nacional (ELN) e das gangues criminosas (BACRIM)”.

Desde 2002, mais de 4.000 menores foram vinculados a grupos armados ilegais, de acordo com o Grupo de Assistência Humanitária aos Desmobilizados (GAHD), uma entidade do Ministério da Defesa. Entre 5.000 e 18.000 menores estão atualmente nas fileiras de grupos terroristas e gangues criminosas da Colômbia, de acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU).

De fato, algumas frentes das FARC dependem em grande parte dos menores. Por exemplo, cerca de 60% dos membros da Primeira e da Sétima frentes são crianças e adolescentes, de acordo com estimativas do governo federal. As FARC, o ELN e os BACRIM são especialmente ativos no recrutamento de menores em Antioquia – o estado mais gravemente afetado –, assim como em Guaviare, Tolima, Meta, Norte de Santander, Cauca e Nariño, segundo o Ministério da Defesa.

“Os grupos cometem esse crime há 50 anos, mas infelizmente o crime continua invisível”, diz o Coronel Lasprilla.

Recrutamento de menores aumenta desde 2002


As FARC, o ELN e grupos de crime organizado intensificaram o recrutamento de menores por volta de 2002. Alguns dos líderes das FARC estabeleceram metas específicas para o número de crianças e adolescentes que desejam recrutar. E, para cumprir essas cotas, eles aliciam inclusive crianças de apenas 8 anos.

Grupos armados ilegais se aproveitam da pobreza em que vivem os menores e suas famílias em zonas rurais, de acordo com o GAHD. Além de lhes prometer dinheiro, os recrutadores terroristas atraem crianças e adolescentes com promessas de poder e bens materiais que não teriam condições de obter, como celulares e tablets.

“Os menores não pensam sobre os riscos, e os recrutadores se aproveitam disso”, diz o Coronel Lasprilla. “Em 50 anos, os guerrilheiros não fizeram um único gesto para libertar essas crianças. Precisamos resgatá-las.”
Toda ação tomada para beneficiar a juventude é bem-vinda, mas, enquanto houver pobreza e marginalização devido à falta de educação, saúde e emprego, sempre haverá outras formas ilegítimas de sobrevivência. O governo deve fazer valer os direitos de todo colombiano usando as forças policiais em toda a Colômbia. Por favor, o canal está danificado desde domingo e não podemos ver as notícias ou quaisquer programas. Tudo o que você consegue ver são linhas. Infelizmente, o governo de Santos e as forças militares se ajoelharam para as FARC e grupos fora da lei. Ótimo para o bem que fazem para salvar os seres humanos. Santos subjugou-se às forças militares para manter felizes os criminosos das FARC. Significa estar junto da família e todos juntos compartilhar algo especial. Parabéns ao presidente da Colômbia, dr. Juan Manuel Santos. Deus Santíssimo ilumine os caminhos do nosso exército colombiano para que siga adiante com a paz de modo que os terroristas voltem ao caminho da liberdade, eles são seres humanos, para que se reintegrem a suas famílias, em seus lares, apesar de serem mantidos longe da luz da esperança e de seu fortalecimento brilha a esperança para trazer de volta os seus direitos a Santíssima Virgem e o Senhor os iluminarão. Nós não somos nada, somos todos iguais, não à discriminação. Viva a dignidade e o desenvolvimento humano de ser uma pessoa. Falando o Sr. Alvira nas notícias sobre a máquina tapa-buracos, eu não sei como funciona a supervisão de quem exerce efetivamente a função atribuída, mas em abril-março de 2014 eles vieram para a rodovia 8 com a 69 e taparam as crateras e hoje vemos novamente a deterioração dessa rodovia, mais precisamente em frente à Rodovia 8, Num. 69-70 O POVO COLOMBIANO DEVERIA APOIAR EXPRESSA E TACITAMENTE O EXÉRCITO COLOMBIANO EM SEU ESFORÇO CONTRA O TERRORISMO. Enquanto os meios de comunicação continuarem ensinando os jovens como agem os que cometem crimes, a juventude continuará aprendendo a cometer crimes ... HUMBERTO GUARIN GOMEZ
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