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Presidente chilena Michelle Bachelet dá resposta contundente a ataque terrorista

Por Dialogo
outubro 23, 2014




O governo do Chile continua a responder ao ataque terrorista de 8 de setembro em Santiago em diversas frentes, incrementando a segurança nas estações do metrô enquanto propõe uma promotoria especial e amplia as operações de inteligência.

“Não deixaremos que um grupo de terroristas covardes atrapalhe nossa convivência pacífica”, disse a presidente chilena, Michelle Bachelet.

A declaração foi feita um dia após uma bomba caseira explodir em um restaurante de fast food perto da estação Escuela Militar, ferindo pelo menos 14 pessoas. Centenas de outras estavam nas imediações quando o artefato foi detonado, às14h, por um temporizador conectado a um extintor de incêndio contendo dois quilos de pólvora.

“Este é um dos atos mais covardes que já vimos, porque tem como objetivo ferir pessoas, gerar temor e inclusive matar pessoas inocentes.”

Até agora, a polícia chilena prendeu três suspeitos – Juan Flores, Guillermo Duran e Nataly Casanova –, que podem pegar mais de 20 anos de prisão se forem condenados pelo atentado. Eles foram detidos em um bairro no sul de Santiago em 22 de setembro.

Medidas de segurança reforçadas


Imediatamente após a explosão, o governo de Bachelet mobilizou uma força adicional de 500 policiais carabineros para ajudar na segurança das estações do metrô em toda a região metropolitana de Santiago, monitorando pessoas com comportamento suspeito que entram e saem das estações.

A presidente também enviou ao Senado uma proposta de modificação da lei antiterrorista do país, uma iniciativa que os legisladores desde então ampliaram com suas próprias propostas. O projeto autoriza a Agência Nacional de Inteligência (ANI) chilena a se infiltrar em células terroristas em suas operações de coleta de inteligência. Outra proposta é designar membros especiais à ANI para combate ao terrorismo.

O projeto de lei também prevê a criação da Promotoria Especial de Alta Complexidade, que proporcionará aos promotores e policiais as ferramentas de que necessitam para lutar contra o terrorismo e outros crimes graves. O novo órgão será liderado por um promotor-chefe especial, que terá autoridade para investigar casos em todo o país. Atualmente, o sistema de justiça penal conta com a Promotoria Nacional e promotores regionais.

“Precisamos continuar avançando e dispor de mais e melhores instrumentos para enfrentar os novos desafios em matéria de segurança”, disse Bachelet em 26 de setembro. “[O projeto] tem como objetivo gerar uma mudança na estrutura do Ministério Público. Esta Promotoria ficará a cargo dos crimes especialmente complexos e de alta conotação social.”

O Senado deve avaliar a proposta no fim de outubro ou no início de novembro.

“Essas reformas legais permitirão que os organismos policiais e judiciais tenham mais ferramentas para prender e punir os responsáveis por esse ato terrorista (…) Vamos castigar com todo o peso da lei os responsáveis. Não devemos hesitar”, disse Bachelet.

A postura unificada do governo contra o terrorismo está enviando uma forte mensagem ao povo chileno.

“A população confia no governo”, afirma Cristian Garay, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IDEA) da Universidade Santiago de Chile (USACH).

Os terroristas são "desajustados que tentam se comunicar com a sociedade pela violência”, disse Diego Guelar, ex-embaixador argentino nos EUA, em entrevista à CNN en Español em 9 de setembro



O governo do Chile continua a responder ao ataque terrorista de 8 de setembro em Santiago em diversas frentes, incrementando a segurança nas estações do metrô enquanto propõe uma promotoria especial e amplia as operações de inteligência.

“Não deixaremos que um grupo de terroristas covardes atrapalhe nossa convivência pacífica”, disse a presidente chilena, Michelle Bachelet.

A declaração foi feita um dia após uma bomba caseira explodir em um restaurante de fast food perto da estação Escuela Militar, ferindo pelo menos 14 pessoas. Centenas de outras estavam nas imediações quando o artefato foi detonado, às14h, por um temporizador conectado a um extintor de incêndio contendo dois quilos de pólvora.

“Este é um dos atos mais covardes que já vimos, porque tem como objetivo ferir pessoas, gerar temor e inclusive matar pessoas inocentes.”

Até agora, a polícia chilena prendeu três suspeitos – Juan Flores, Guillermo Duran e Nataly Casanova –, que podem pegar mais de 20 anos de prisão se forem condenados pelo atentado. Eles foram detidos em um bairro no sul de Santiago em 22 de setembro.

Medidas de segurança reforçadas


Imediatamente após a explosão, o governo de Bachelet mobilizou uma força adicional de 500 policiais carabineros para ajudar na segurança das estações do metrô em toda a região metropolitana de Santiago, monitorando pessoas com comportamento suspeito que entram e saem das estações.

A presidente também enviou ao Senado uma proposta de modificação da lei antiterrorista do país, uma iniciativa que os legisladores desde então ampliaram com suas próprias propostas. O projeto autoriza a Agência Nacional de Inteligência (ANI) chilena a se infiltrar em células terroristas em suas operações de coleta de inteligência. Outra proposta é designar membros especiais à ANI para combate ao terrorismo.

O projeto de lei também prevê a criação da Promotoria Especial de Alta Complexidade, que proporcionará aos promotores e policiais as ferramentas de que necessitam para lutar contra o terrorismo e outros crimes graves. O novo órgão será liderado por um promotor-chefe especial, que terá autoridade para investigar casos em todo o país. Atualmente, o sistema de justiça penal conta com a Promotoria Nacional e promotores regionais.

“Precisamos continuar avançando e dispor de mais e melhores instrumentos para enfrentar os novos desafios em matéria de segurança”, disse Bachelet em 26 de setembro. “[O projeto] tem como objetivo gerar uma mudança na estrutura do Ministério Público. Esta Promotoria ficará a cargo dos crimes especialmente complexos e de alta conotação social.”

O Senado deve avaliar a proposta no fim de outubro ou no início de novembro.

“Essas reformas legais permitirão que os organismos policiais e judiciais tenham mais ferramentas para prender e punir os responsáveis por esse ato terrorista (…) Vamos castigar com todo o peso da lei os responsáveis. Não devemos hesitar”, disse Bachelet.

A postura unificada do governo contra o terrorismo está enviando uma forte mensagem ao povo chileno.

“A população confia no governo”, afirma Cristian Garay, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IDEA) da Universidade Santiago de Chile (USACH).

Os terroristas são "desajustados que tentam se comunicar com a sociedade pela violência”, disse Diego Guelar, ex-embaixador argentino nos EUA, em entrevista à CNN en Español em 9 de setembro
“Nós não vamos deixar um grupo de terroristas covardes perturbar a nossa coexistência pacífica”, disse a presidente do Chile, Michelle Bachelet.

Empreste-nos essa presidente, porque aqui tem um que está desistindo. “Essas reformas na legislação dará às agências policiais e ao judiciário mais ferramentas para prender e punir os responsáveis ​​por este ato de terrorismo ... todo o peso da lei será imposto sobre aqueles que são responsáveis​​. Não vamos vacilar.”

É bom que a Colômbia esteja promovendo reformas para que os terroristas possam ser perdoados e desta forma os bens adquiridos possam ser legalizados.
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