Forças Aéreas do Chile e dos EUA cooperam para fortalecer evacuações aeromédicas

Chilean and U.S. Air Forces Cooperate to Strengthen Aeromedical Evacuations

Por Dialogo
maio 19, 2015




Para fortalecer capacidades de evacuações aeromédicas em auxílio a vítimas de desastres, cerca de 60 membros da Força Aérea do Chile (FACH) e da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) se reuniram recentemente, em um seminário chamado “Desafios para Evacuações Aeromédicas Conjuntas”, de 8 a 10 de abril, no Hospital das Clínicas das FACH, em Santiago.

Participaram do seminário 46 membros do Exército, Marinha e Aeronáutica do Chile, os Carabineros
, Polícia Investigadora, representantes do Sistema Médico de Tratamento Móvel de Emergência Metropolitana do Chile (SAMU) e uma delegação de 14 membros da USAF e da Guarda Aérea Nacional do Texas, disse o Coronel Alger Rodó, chefe do departamento de operações médicas da Divisão de Saúde das FACH. Representantes da unidade de cuidados críticos do Chile e da Unidade de Cuidados Intensivos do hospital militar também participaram.

“Há 20 anos, cada instituição usava equipamentos diferentes”, disse o Cel. Rodó. “Agora, existe uma interoperabilidade em muitas atividades; nossos equipamentos são adequados aos padrões da OTAN e isso nos permite combinar elementos e obter bons resultados. É do interesse do Chile fornecer treinamento contínuo para as Forças Armadas, bem como aumentar e melhorar suas capacidades de evacuações aeromédicas.”

Compartilhar protocolos e informações médicas


Durante o seminário, as organizações demonstraram como fazer evacuações aeromédicas – descrevendo seus próprios procedimentos, técnicas, equipamentos, treinamento e pessoal para executar o transporte aéreo médico – em um esforço para aprenderem umas com as outras.

As USAF “compartilharam sua experiência em precaução, reconhecimento e resposta ao vírus Ebola”, disse o Cel. Rodó. “Nós também tivemos um Oficial do Exército do Uruguai que esteve no Congo e falou sobre como gerenciar o vírus fatal (Ebola). A reunião nos ajudou a entender os desafios que cada organização encarou em suas evacuações aeromédicas e como elas as solucionaram. Nós também analisamos os elementos com os quais nós concordamos e os desafios do futuro.”

Evacuações médicas recentes foram discutidas


Enquanto isso, a diretora do SAMU Metropolitano, Ximena Grove, discutiu o trabalho que o pessoal de emergência médica fez com as Forças Armadas, com foco em recentes evacuações médicas realizadas na região do Atacama. Em 8 de abril, por exemplo, as FACH transportaram uma criança de 20 meses de idade do Regimento de Copiapó para a Base Aérea de Pudahuel, em Santiago; dali, ele foi transferido para o Hospital Dr. Luis Calvo Mackenna, também na capital. O menino voou em um helicóptero UH-1H do 9º Grupo de Aviação e, depois, em um avião Cessna Citation CJ1 do 5º Grupo de Aviação.

“No caso de vários acidentes, as FACH sempre são chamadas para fornecer transporte aéreo médico”, disse o Cel. Rodó. “Nenhuma outra instituição ou empresa privada tem a capacidade de fornecer transporte imediato para 20 ou 30 pacientes.”

Em um desses casos, um avião C-130 Hercules do 10º Grupo de Aviação das FACH partiu da Base Aérea de Pudahuel para Formosa, Argentina – a cerca de 1.500 km de Santiago – para transportar 41 crianças, adolescentes e adultos chilenos que ficaram feridos quando o ônibus em que viajavam capotou. Eles estavam voltando para Iquique após um jogo de futebol na cidade de Caraguatatuba, no Brasil.

As FACH evacuam cerca de 20 pacientes em estado crítico a cada ano, disse o Cel. Rodó. Militares que participaram de evacuações médicas foram treinados em medicina de aviação e em saúde de tripulação aérea.

As FACH fazem exercícios com a Guarda Aérea Nacional do Texas


O seminário deu continuidade a um relacionamento longo de cooperação entre as forças de segurança do Chile e dos EUA. Desde 1995, as FACH mantêm relações conjuntas regulares com a Guarda Aérea Nacional do Texas, compartilhando conceitos básicos, tais como colocar um paciente apropriadamente em uma maca para reduzir o tempo de transporte, a treinamentos altamente complexos.

“Nosso relacionamento tem visto um aumento na complexidade do treinamento; agora, enviamos militares chilenos para participar de cursos críticos”, disse o Cel. Rodó.

Por exemplo, duas semanas após o seminário de evacuações médicas, uma equipe de médicos das FACH participou de exercícios de gerenciamento de desastres conjuntos com a Força Aérea dos EUA e com a Guarda Aérea Nacional do Texas, de 20 a 28 de abril, no Texas. Lá, eles fizeram evacuações aeromédicas em massa e transportes aéreos de pacientes em um cenário fictício em que um furacão atingira um estado americano. O treinamento foi feito com equipes de transporte aéreo para cuidados críticos (CCATT).

“Nossa equipe médica atingiu todos os objetivos dos exercícios e isto demonstra que nosso pessoal está muito bem treinado”, disse o Cel. Rodó.

O Coronel da Reserva do Exército do Chile Carlos Ojeda ressaltou o valor dos exercícios conjuntos. “Esses exercícios nos permitem aperfeiçoar nosso trabalho em equipe, a interoperabilidade das Forças Aéreas do Chile e reforçar os relacionamentos bilaterais com nossos parceiros para enfrentar os desafios de nossa segurança”, disse.

As Forças Aéreas do Chile vão enviar todos os médicos envolvidos em evacuações médicas de pacientes em cuidados críticos para serem treinados no curso de CCATT.

“É sempre necessário manter o progresso”, disse o Cel. Rodó. “Esse trabalho faz parte de nosso DNA como uma instituição.”



Para fortalecer capacidades de evacuações aeromédicas em auxílio a vítimas de desastres, cerca de 60 membros da Força Aérea do Chile (FACH) e da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) se reuniram recentemente, em um seminário chamado “Desafios para Evacuações Aeromédicas Conjuntas”, de 8 a 10 de abril, no Hospital das Clínicas das FACH, em Santiago.

Participaram do seminário 46 membros do Exército, Marinha e Aeronáutica do Chile, os Carabineros
, Polícia Investigadora, representantes do Sistema Médico de Tratamento Móvel de Emergência Metropolitana do Chile (SAMU) e uma delegação de 14 membros da USAF e da Guarda Aérea Nacional do Texas, disse o Coronel Alger Rodó, chefe do departamento de operações médicas da Divisão de Saúde das FACH. Representantes da unidade de cuidados críticos do Chile e da Unidade de Cuidados Intensivos do hospital militar também participaram.

“Há 20 anos, cada instituição usava equipamentos diferentes”, disse o Cel. Rodó. “Agora, existe uma interoperabilidade em muitas atividades; nossos equipamentos são adequados aos padrões da OTAN e isso nos permite combinar elementos e obter bons resultados. É do interesse do Chile fornecer treinamento contínuo para as Forças Armadas, bem como aumentar e melhorar suas capacidades de evacuações aeromédicas.”

Compartilhar protocolos e informações médicas


Durante o seminário, as organizações demonstraram como fazer evacuações aeromédicas – descrevendo seus próprios procedimentos, técnicas, equipamentos, treinamento e pessoal para executar o transporte aéreo médico – em um esforço para aprenderem umas com as outras.

As USAF “compartilharam sua experiência em precaução, reconhecimento e resposta ao vírus Ebola”, disse o Cel. Rodó. “Nós também tivemos um Oficial do Exército do Uruguai que esteve no Congo e falou sobre como gerenciar o vírus fatal (Ebola). A reunião nos ajudou a entender os desafios que cada organização encarou em suas evacuações aeromédicas e como elas as solucionaram. Nós também analisamos os elementos com os quais nós concordamos e os desafios do futuro.”

Evacuações médicas recentes foram discutidas


Enquanto isso, a diretora do SAMU Metropolitano, Ximena Grove, discutiu o trabalho que o pessoal de emergência médica fez com as Forças Armadas, com foco em recentes evacuações médicas realizadas na região do Atacama. Em 8 de abril, por exemplo, as FACH transportaram uma criança de 20 meses de idade do Regimento de Copiapó para a Base Aérea de Pudahuel, em Santiago; dali, ele foi transferido para o Hospital Dr. Luis Calvo Mackenna, também na capital. O menino voou em um helicóptero UH-1H do 9º Grupo de Aviação e, depois, em um avião Cessna Citation CJ1 do 5º Grupo de Aviação.

“No caso de vários acidentes, as FACH sempre são chamadas para fornecer transporte aéreo médico”, disse o Cel. Rodó. “Nenhuma outra instituição ou empresa privada tem a capacidade de fornecer transporte imediato para 20 ou 30 pacientes.”

Em um desses casos, um avião C-130 Hercules do 10º Grupo de Aviação das FACH partiu da Base Aérea de Pudahuel para Formosa, Argentina – a cerca de 1.500 km de Santiago – para transportar 41 crianças, adolescentes e adultos chilenos que ficaram feridos quando o ônibus em que viajavam capotou. Eles estavam voltando para Iquique após um jogo de futebol na cidade de Caraguatatuba, no Brasil.

As FACH evacuam cerca de 20 pacientes em estado crítico a cada ano, disse o Cel. Rodó. Militares que participaram de evacuações médicas foram treinados em medicina de aviação e em saúde de tripulação aérea.

As FACH fazem exercícios com a Guarda Aérea Nacional do Texas


O seminário deu continuidade a um relacionamento longo de cooperação entre as forças de segurança do Chile e dos EUA. Desde 1995, as FACH mantêm relações conjuntas regulares com a Guarda Aérea Nacional do Texas, compartilhando conceitos básicos, tais como colocar um paciente apropriadamente em uma maca para reduzir o tempo de transporte, a treinamentos altamente complexos.

“Nosso relacionamento tem visto um aumento na complexidade do treinamento; agora, enviamos militares chilenos para participar de cursos críticos”, disse o Cel. Rodó.

Por exemplo, duas semanas após o seminário de evacuações médicas, uma equipe de médicos das FACH participou de exercícios de gerenciamento de desastres conjuntos com a Força Aérea dos EUA e com a Guarda Aérea Nacional do Texas, de 20 a 28 de abril, no Texas. Lá, eles fizeram evacuações aeromédicas em massa e transportes aéreos de pacientes em um cenário fictício em que um furacão atingira um estado americano. O treinamento foi feito com equipes de transporte aéreo para cuidados críticos (CCATT).

“Nossa equipe médica atingiu todos os objetivos dos exercícios e isto demonstra que nosso pessoal está muito bem treinado”, disse o Cel. Rodó.

O Coronel da Reserva do Exército do Chile Carlos Ojeda ressaltou o valor dos exercícios conjuntos. “Esses exercícios nos permitem aperfeiçoar nosso trabalho em equipe, a interoperabilidade das Forças Aéreas do Chile e reforçar os relacionamentos bilaterais com nossos parceiros para enfrentar os desafios de nossa segurança”, disse.

As Forças Aéreas do Chile vão enviar todos os médicos envolvidos em evacuações médicas de pacientes em cuidados críticos para serem treinados no curso de CCATT.

“É sempre necessário manter o progresso”, disse o Cel. Rodó. “Esse trabalho faz parte de nosso DNA como uma instituição.”
Que isso se torne realidade
Nós todos queremos a paz, exceto os amargos. Algo aconteceu para sejam tão maus esses grupos. Vamos falar com eles, uma prisão ofereça reabilitação. Meu comentário é que há jovens que querem servir nas Forças Armadas e são rejeitados. Não deveria ser assim, meu filho queria entrar no regimento e o rejeitaram. Agora meu filho está muito triste. Nós pensamos que deve ser porque ele é de classe média ou porque ele precisa ter dinheiro?
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