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Países centro-americanos e EUA trocam ideias sobre apoio do exército às atividades policiais

Central American Nations and U.S. Exchange Ideas on Military Support to Law Enforcement

Por Dialogo
agosto 03, 2012


O Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM) recebeu os líderes militares e as forças policiais locais de Belize, Guatemala, Honduras e El Salvador, entre 31 de julho e 2 de agosto, para trocarem ideias sobre como reforçar a colaboração entre o apoio militar às forças policiais, em seus esforços para combater as atividades ou as operações dos grupos organizados transnacionais e o Crime Organizado transnacional (C-TOC), e a Iniciativa de Segurança Regional da América Central (CARSI).

Face à crescente violência que vem atingindo as nações da América Central nos últimos meses, em consequência das atividades do crime organizado transnacional, as forças militares desses países receberam mais funções para apoiar seus órgãos policiais locais. Os participantes da Conferência do Apoio Militar à Autoridade Civil e às Estratégias Policiais reuniram-se para discutir como essa colaboração conjunta vem sendo feita e os resultados obtidos.

Jorge Silveira, diretor da Direção de Parcerias do SOUTHCOM, inaugurou a conferência dizendo: “O Crime Organizado Transnacional é único porque transcende fronteiras e ultrapassa qualquer nação, governo e agência”. Silveira acrescentou que os interesses comuns da região “só podem progredir se compartilharmos nossas capacitações para alavancar a competência de cada um de nós”.

Entre outros tópicos, o Coronel Luis Alberto Vega Turcio, chefe adjunto de inteligência do Estado-Maior de El Salvador, explicou como uma emenda constitucional criou o Plano Anticrise em 2009. A emenda previa que as forças militares do país apoiassem as forças policiais locais para reduzir o crime e estabelecia a criação de quatro comandos para prestar assistência à Polícia Civil, cada um deles com foco nas seguintes missões: controlar a crescente criminalidade, manter-se presente nas áreas mais suscetíveis ao crime, onde o tráfico de armas, drogas, assassinatos e sequestros são evidentes, reforçar os pontos de fronteira para impedir entradas e saídas ilegais, e apoiar as autoridades locais nas penitenciárias nacionais para neutralizar o contrabando lá existente.

Por sua vez, o General Manuel Augusto López, chefe adjunto do Estado-Maior das Forças Armadas guatemaltecas, o Tenente-Coronel Carrillo, das Forças Armadas hondurenhas, e o Major Charlton Roches, oficial de operações da Força de Defesa de Belize, também enfatizaram as operações implementadas pelas forças armadas de seus respectivos países em apoio aos órgãos locais policiais e civis.

O Coronel Vega Turcio disse: “Nossa missão era impedir, eliminar, desmanchar e neutralizar a criminalidade no país, colaborando para que se tenha paz social, um ambiente de segurança social, desenvolvimento econômico equilibrado e governabilidade democrática” – um objetivo comum às abordagens de todas as quatro nações parceiras.



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