Marinha do Brasil testa novo lançador de foguete durante Operação Formosa

Brazilian Navy tests new rocket launcher during its Operation Formosa

Por Dialogo
novembro 07, 2014





Com uma operação anfíbia simulando a tomada de uma cabeça de praia em um litoral hostil, a Marinha do Brasil concluiu a Operação Formosa. O evento, que encerrou um ano de treinamento para os fuzileiros navais (FN) do país, reuniu 1.900 soldados no estado de Goiás.

A última rodada de treinamento teve quatro fases: envio de tropas do Rio de Janeiro para Brasília; oficinas onde os batalhões foram agrupados por área específica; táticas, incluindo simulação de uma situação de crise; e, por último, a fase de demonstração.

Além do uso de aeronaves, como jatos de combate, armamento antiaéreo e veículos blindados para transporte de tropas, a simulação destacou o Sistema Múltiplo de Lançamento de Foguetes Astros e o Radar SABER M60, que pode detectar e identificar simultaneamente vários alvos em um raio de até 60 km. Tanto o Sistema Astros como o Radar SABER são fabricados no país e foram adquiridos pela Marinha em 2013.

“Nosso lançador de foguetes múltiplos é uma arma que, efetivamente, melhora a nossa Força”, disse o comandante da Força de Fuzileiros Navais do Brasil, Vice-Almirante Washington Gomes da Luz Filho.

O treinamento é realizado com munição real e essencial para que os FN possam manter sua principal característica: ser uma força de mobilização rápida.

“Só há uma maneira para que as tropas sejam consideradas prontas. Não é só pelo treinamento; é com o treinamento com munição real. Não é bom treinar em locais onde não podemos atirar com munição verdadeira.”

‘Indispensável’


O campo de treinamento de Formosa, localizado a 1.600 km do Rio de Janeiro e a 80 km de Brasília, pertence ao Exército e tem sido usado pela Marinha nos últimos 25 anos. Nos últimos sete anos, o treinamento engloba todas as áreas operacionais da Marinha, com armas e homens.

Embora o campo não tenha mar, o que pode dificultar a simulação de ações anfíbias, ele tem algo que compensa: as instalações proporcionam abrigo, com tendas, água e tratamento de esgoto localizados bem próximo ao local de treinamento. E o campo é enorme, cobrindo 1.352 quilômetros quadrados.

“Esta área é o único local onde temos as condições necessárias para colocar dois mil homens – ou seja, uma brigada anfíbia – e, além disso, podemos usar sob condições reais cada armamento do arsenal da Marinha, de 556 fuzis, que são armas individuais para combate anfíbio, até o sistema de lançamento de foguete Astros, que pode atingir um alvo a até 80 km de distância”, explicou o Vice-Almirante Washington Gomes da Luz Filho.

Para movimentar os marinheiros e armamentos com segurança, três detalhes de apoio logístico foram programados. Quando os veículos chegavam aos pontos de apoios, era realizada a manutenção enquanto os viajantes descansavam. A transferência ocorreu de 3 a 17 de outubro.

É neste momento que o risco de acidentes é mais alto: não durante os exercícios, mas na transferência dos militares. No entanto, nos últimos anos, a taxa de acidentes foi quase zero.

Ações


Desde abril, 400 fuzileiros navais participam da missão de Garantia da Lei e da Ordem no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Além disso, cerca de 200 FN ainda servem na força de paz no Haiti (MINUSTAH); e, desde 2011, 20 participam de operações de paz no Líbano (Unifil).

Em 2010, a Força juntou-se a operações humanitárias no Chile depois do terremoto. Em 2011, quando houve um forte deslizamento de terra na região montanhosa do Rio de Janeiro, os fuzileiros navais participaram de operações de ajuda humanitária em Nova Friburgo.

De 1990 a 1992, com a Organização das Nações Unidas (ONU), os fuzileiros estiveram presentes na América Central como observadores militares para a desmobilização de grupos guerrilheiros da Nicarágua.




Com uma operação anfíbia simulando a tomada de uma cabeça de praia em um litoral hostil, a Marinha do Brasil concluiu a Operação Formosa. O evento, que encerrou um ano de treinamento para os fuzileiros navais (FN) do país, reuniu 1.900 soldados no estado de Goiás.

A última rodada de treinamento teve quatro fases: envio de tropas do Rio de Janeiro para Brasília; oficinas onde os batalhões foram agrupados por área específica; táticas, incluindo simulação de uma situação de crise; e, por último, a fase de demonstração.

Além do uso de aeronaves, como jatos de combate, armamento antiaéreo e veículos blindados para transporte de tropas, a simulação destacou o Sistema Múltiplo de Lançamento de Foguetes Astros e o Radar SABER M60, que pode detectar e identificar simultaneamente vários alvos em um raio de até 60 km. Tanto o Sistema Astros como o Radar SABER são fabricados no país e foram adquiridos pela Marinha em 2013.

“Nosso lançador de foguetes múltiplos é uma arma que, efetivamente, melhora a nossa Força”, disse o comandante da Força de Fuzileiros Navais do Brasil, Vice-Almirante Washington Gomes da Luz Filho.

O treinamento é realizado com munição real e essencial para que os FN possam manter sua principal característica: ser uma força de mobilização rápida.

“Só há uma maneira para que as tropas sejam consideradas prontas. Não é só pelo treinamento; é com o treinamento com munição real. Não é bom treinar em locais onde não podemos atirar com munição verdadeira.”

‘Indispensável’


O campo de treinamento de Formosa, localizado a 1.600 km do Rio de Janeiro e a 80 km de Brasília, pertence ao Exército e tem sido usado pela Marinha nos últimos 25 anos. Nos últimos sete anos, o treinamento engloba todas as áreas operacionais da Marinha, com armas e homens.

Embora o campo não tenha mar, o que pode dificultar a simulação de ações anfíbias, ele tem algo que compensa: as instalações proporcionam abrigo, com tendas, água e tratamento de esgoto localizados bem próximo ao local de treinamento. E o campo é enorme, cobrindo 1.352 quilômetros quadrados.

“Esta área é o único local onde temos as condições necessárias para colocar dois mil homens – ou seja, uma brigada anfíbia – e, além disso, podemos usar sob condições reais cada armamento do arsenal da Marinha, de 556 fuzis, que são armas individuais para combate anfíbio, até o sistema de lançamento de foguete Astros, que pode atingir um alvo a até 80 km de distância”, explicou o Vice-Almirante Washington Gomes da Luz Filho.

Para movimentar os marinheiros e armamentos com segurança, três detalhes de apoio logístico foram programados. Quando os veículos chegavam aos pontos de apoios, era realizada a manutenção enquanto os viajantes descansavam. A transferência ocorreu de 3 a 17 de outubro.

É neste momento que o risco de acidentes é mais alto: não durante os exercícios, mas na transferência dos militares. No entanto, nos últimos anos, a taxa de acidentes foi quase zero.

Ações


Desde abril, 400 fuzileiros navais participam da missão de Garantia da Lei e da Ordem no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Além disso, cerca de 200 FN ainda servem na força de paz no Haiti (MINUSTAH); e, desde 2011, 20 participam de operações de paz no Líbano (Unifil).

Em 2010, a Força juntou-se a operações humanitárias no Chile depois do terremoto. Em 2011, quando houve um forte deslizamento de terra na região montanhosa do Rio de Janeiro, os fuzileiros navais participaram de operações de ajuda humanitária em Nova Friburgo.

De 1990 a 1992, com a Organização das Nações Unidas (ONU), os fuzileiros estiveram presentes na América Central como observadores militares para a desmobilização de grupos guerrilheiros da Nicarágua.
Faço aqui uma observação que se faz necessária. Trata-se de uma pequena correção no texto do artigo, os militares que participaram não são marinheiros, pertencem ao Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil (Brazilian Marines). Solicito respeitosamente considerar este pleito. AD SUMUS. Esse caso do Haiti para o Brasil está ficando complicado, o Brasil foi para lá pra ficar meses e já vão anos. Eu quero deixar bem claro que eu não sou contra de o Brasil ajudar outros países, principalmente como o Haiti, agora outro país já deveria ter tomado o Lugar do Brasil. Agora a principal preocupação do povo brasileiro principalmente nas redes sociais é com a situação do Brasil atual depois que esses comunistas chegaram ao poder. Eles tentaram em 1964 e foram derrotados pelas Forças Armadas, aí o que eles fizeram pregando uma falsa Democracia conseguiram chegar ao poder e estão tentando fazer o mesmo que fizeram em 1964 que foi transformar o Brasil num país comunistas. Agora a situação está mais grave porque eles perderam o respeito pelas nossas Forças Armadas, ao ponto de colocar um ex-guerrilheiro que lutou contra elas em 1964, para comandá-las no Ministério da Defesa. O que eu acho é que os Generais, Brigadeiros e Almirantes, devem chamar os comandantes atuais das três Forças e pedir uma atitude deles, porque as Forças Armadas não merecem tantas humilhações como elas estão passando nesses últimos doze anos por esse governo comunista do PT.
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