Marinha do Brasil melhora segurança pública com Operação Amazônia Azul 2015

Brazilian Navy Improves Public Safety with Operation Blue Amazon 2015

Por Dialogo
março 25, 2015




A edição 2015 da Operação Amazônia Azul reuniu o maior número de embarcações, aeronaves e tropas da Marinha do Brasil já mobilizados simultaneamente para melhorar a segurança pública.

Ao todo, 15.000 membros da Marinha foram enviados a todo o Brasil para monitorar o cumprimento de normas marítimas e de mineração, além de reprimir o cruzamento ilegal da fronteira e crimes ambientais ao longo dos 8.500 km da costa do país.

A operação, realizada de 1º a 7 de março, foi a segunda do tipo, utilizando 50 navios, 200 embarcações adicionais e 10 aeronaves. Além de patrulhar a extensa costa brasileira, as autoridades forneceram assistência médica e odontológica aos civis e combateram crimes ambientais na região do Pantanal, no estado de Mato Grosso, além de outras cidades da região norte do país, principalmente nos estados do Amapá e Amazonas.

Um dos destaques da operação foi a patrulha naval da Bacia de Campos, uma região que cobre parte do litoral dos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, onde se concentra mais de 80% da produção de petróleo do país.

A Operação Amazônia Azul patrulhou toda a extensão da bacia, que abrange cerca de 100.000 km² do litoral brasileiro. Junto com a Força Aérea do Brasil (FAB), a Marinha realizou exercícios para monitorar atividades pesqueiras na região e garantir a segurança das plataformas de petróleo.

A patrulha naval envolveu a mobilização do navio de desembarque de doca da Classe Ceará, NDD Ceará (G-30), e a fragata F Liberal (F-43), da Classe Niterói. A participação de aeronaves da FAB incluiu os helicópteros P-3AM, P-95, e o UH-15 Super Cougar, que foi usado pela primeira vez em conjunto com o navio G-30.

Além de proteger uma das regiões econômicas mais estratégicas do país, o esforço de vigilância na Bacia de Campos é parte dos exercícios preparatórios para as iniciativas de segurança que serão implantadas durante os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro.

Cooperação e colaboração


A patrulha da Bacia de Campos e de outras vias aquáticas exigiu cooperação entre Marinha, Força Aérea e outras instituições públicas. A colaboração incluiu cerca de 450 representantes de vários órgãos, como a Polícia Federal, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a Receita Federal, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Representantes desses órgãos coordenaram seus esforços para maximizar a segurança pública e a emissão de multas para indivíduos e empresas que violaram a lei. A Marinha estima que, com a parceria dessas instituições, as autoridades emitiram multas que totalizaram R$ 3,4 milhões, relativas a várias irregularidades, da falta de documentação de barcos ao suposto envolvimento no comércio ilegal de madeira.

Foram realizadas 650 inspeções a mais do que na primeira edição da Operação Amazônia Azul, em 2014. Ao todo, as autoridades inspecionaram 8.809 barcos, emitiram 1.281 notificações (para os proprietários e operadores dos navios e barcos que não seguem as normas e regulamentos adequados) e apreenderam 259 barcos.

O Comando do 6º Distrito Naval, responsável pelas águas dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mobilizou 550 membros, que realizaram patrulhas e inspeções no Rio Paraguai, entre a foz do Rio Apa e a cidade de Cáceres (no sul de Mato Grosso), e nos rios São Lourenço e Cuiabá, onde há forte atividade pesqueira.

Ao todo, o Comando do 6º Distrito Naval realizou 527 inspeções e emitiu 108 notificações, além de participar de exercícios e treinamentos relativos a combate a incêndio, postos de combate, postos de abandono, alagamento, navegação em baixa visibilidade, fora de leme e quedas de aeronaves.

Na região norte, os comandos do 4º e do 9º Distritos Navais prenderam suspeitos envolvidos em mineração clandestina, apreenderam armas e explosivos e também apreenderam embarcações que não tinham um condutor habilitado e documentos de registro adequados. Também houve flagrantes de transporte ilícito de cargas e de pesca irregular, feita com redes maiores do que as permitidas pelo Ibama.

Assistência à saúde nas comunidade ribeirinhas do norte e centro-oeste


Enquanto algumas forças navais aplicavam a lei, outras forneciam assistência médica e odontológica para a população civil. A Operação Amazônia Azul também distribuiu medicamentos e doações, além de realizar atividades educativas e recreativas. Foram distribuídos 27.197 medicamentos e realizados atendimentos médicos e odontológicos a 3.700 pessoas.

Em Santana, no estado do Amapá, a tripulação do NAux Pará (U-15) – um navio auxiliar da Marinha subordinado ao 4º Distrito Naval – executou
112 procedimentos médicos e 28 atendimentos odontológicos, além de distribuir 855 medicamentos. A equipe do barco também promoveu palestras educativas sobre segurança da navegação e atividades recreativas direcionadas ao público infantil.

No centro-oeste, o Navio de Assistência Hospitalar NAsH Tenente Maximiano (U-28), subordinado ao 6º Distrito Naval, atuou nas localidades de Porto Albuquerque e Porto Morrinho, no estado de Mato Grosso do Sul, e Porto de Manga, no estado de Minas Gerais. A equipe do navio realizou 58 atendimentos médicos e 20 odontológicos, distribuindo 1.887 medicamentos. Populações em situação de vulnerabilidade social desde as margens do Rio Cuiabá à cidade de Porto Cercado e ao longo do Rio Paraguai também foram assistidas e beneficiadas com atendimento médico e odontológico.



A edição 2015 da Operação Amazônia Azul reuniu o maior número de embarcações, aeronaves e tropas da Marinha do Brasil já mobilizados simultaneamente para melhorar a segurança pública.

Ao todo, 15.000 membros da Marinha foram enviados a todo o Brasil para monitorar o cumprimento de normas marítimas e de mineração, além de reprimir o cruzamento ilegal da fronteira e crimes ambientais ao longo dos 8.500 km da costa do país.

A operação, realizada de 1º a 7 de março, foi a segunda do tipo, utilizando 50 navios, 200 embarcações adicionais e 10 aeronaves. Além de patrulhar a extensa costa brasileira, as autoridades forneceram assistência médica e odontológica aos civis e combateram crimes ambientais na região do Pantanal, no estado de Mato Grosso, além de outras cidades da região norte do país, principalmente nos estados do Amapá e Amazonas.

Um dos destaques da operação foi a patrulha naval da Bacia de Campos, uma região que cobre parte do litoral dos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, onde se concentra mais de 80% da produção de petróleo do país.

A Operação Amazônia Azul patrulhou toda a extensão da bacia, que abrange cerca de 100.000 km² do litoral brasileiro. Junto com a Força Aérea do Brasil (FAB), a Marinha realizou exercícios para monitorar atividades pesqueiras na região e garantir a segurança das plataformas de petróleo.

A patrulha naval envolveu a mobilização do navio de desembarque de doca da Classe Ceará, NDD Ceará (G-30), e a fragata F Liberal (F-43), da Classe Niterói. A participação de aeronaves da FAB incluiu os helicópteros P-3AM, P-95, e o UH-15 Super Cougar, que foi usado pela primeira vez em conjunto com o navio G-30.

Além de proteger uma das regiões econômicas mais estratégicas do país, o esforço de vigilância na Bacia de Campos é parte dos exercícios preparatórios para as iniciativas de segurança que serão implantadas durante os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro.

Cooperação e colaboração


A patrulha da Bacia de Campos e de outras vias aquáticas exigiu cooperação entre Marinha, Força Aérea e outras instituições públicas. A colaboração incluiu cerca de 450 representantes de vários órgãos, como a Polícia Federal, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a Receita Federal, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Representantes desses órgãos coordenaram seus esforços para maximizar a segurança pública e a emissão de multas para indivíduos e empresas que violaram a lei. A Marinha estima que, com a parceria dessas instituições, as autoridades emitiram multas que totalizaram R$ 3,4 milhões, relativas a várias irregularidades, da falta de documentação de barcos ao suposto envolvimento no comércio ilegal de madeira.

Foram realizadas 650 inspeções a mais do que na primeira edição da Operação Amazônia Azul, em 2014. Ao todo, as autoridades inspecionaram 8.809 barcos, emitiram 1.281 notificações (para os proprietários e operadores dos navios e barcos que não seguem as normas e regulamentos adequados) e apreenderam 259 barcos.

O Comando do 6º Distrito Naval, responsável pelas águas dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mobilizou 550 membros, que realizaram patrulhas e inspeções no Rio Paraguai, entre a foz do Rio Apa e a cidade de Cáceres (no sul de Mato Grosso), e nos rios São Lourenço e Cuiabá, onde há forte atividade pesqueira.

Ao todo, o Comando do 6º Distrito Naval realizou 527 inspeções e emitiu 108 notificações, além de participar de exercícios e treinamentos relativos a combate a incêndio, postos de combate, postos de abandono, alagamento, navegação em baixa visibilidade, fora de leme e quedas de aeronaves.

Na região norte, os comandos do 4º e do 9º Distritos Navais prenderam suspeitos envolvidos em mineração clandestina, apreenderam armas e explosivos e também apreenderam embarcações que não tinham um condutor habilitado e documentos de registro adequados. Também houve flagrantes de transporte ilícito de cargas e de pesca irregular, feita com redes maiores do que as permitidas pelo Ibama.

Assistência à saúde nas comunidade ribeirinhas do norte e centro-oeste


Enquanto algumas forças navais aplicavam a lei, outras forneciam assistência médica e odontológica para a população civil. A Operação Amazônia Azul também distribuiu medicamentos e doações, além de realizar atividades educativas e recreativas. Foram distribuídos 27.197 medicamentos e realizados atendimentos médicos e odontológicos a 3.700 pessoas.

Em Santana, no estado do Amapá, a tripulação do NAux Pará (U-15) – um navio auxiliar da Marinha subordinado ao 4º Distrito Naval – executou
112 procedimentos médicos e 28 atendimentos odontológicos, além de distribuir 855 medicamentos. A equipe do barco também promoveu palestras educativas sobre segurança da navegação e atividades recreativas direcionadas ao público infantil.

No centro-oeste, o Navio de Assistência Hospitalar NAsH Tenente Maximiano (U-28), subordinado ao 6º Distrito Naval, atuou nas localidades de Porto Albuquerque e Porto Morrinho, no estado de Mato Grosso do Sul, e Porto de Manga, no estado de Minas Gerais. A equipe do navio realizou 58 atendimentos médicos e 20 odontológicos, distribuindo 1.887 medicamentos. Populações em situação de vulnerabilidade social desde as margens do Rio Cuiabá à cidade de Porto Cercado e ao longo do Rio Paraguai também foram assistidas e beneficiadas com atendimento médico e odontológico.
Apaz e sempre bom e lovavel
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