Brasil: Soldados do Exército e Polícia melhoram segurança com Operação Curaretinga

Brazilian Army Soldiers and Police Improve Security with Operation Curaretinga

Por Dialogo
dezembro 23, 2014




De 19 a 30 de novembro, cerca de 1.000 soldados da 17ª Brigada de Infantaria de Selva do Exército do Brasil concluíram a mais recente iniciativa da Operação Curaretinga, uma série de patrulhas de segurança ao longo de cerca de 3.000 km da fronteira Brasli-Bolívia.

Os soldados, em conjunto com quase 100 oficiais de polícia e representantes civis de várias instituições governamentais e organizações não governamentais (ONG's), participaram da operação com patrulhas estabelecidas no norte do Brasil para combater o narcotráfico, contrabando de armas, crimes ambientais e outras atividades criminosas.

“Nossa Brigada está sempre patrulhando as fronteiras. Nós realizamos operações de larga escala, como a Curare, e operações menores, como a Curaretinga”, disse o coronel Robson Monteiro Mattos, chefe de operações da 17ª Brigada de Infantaria de Selva.

Lutando contra o narcotráfico


A violência associada ao tráfico de drogas e armas frequentemente representa uma ameaça aos que vivem na fronteira, mas os sucessos da Operação Curaretinga têm ajudado os moradores do local a viver em paz. As buscas realizadas pelos soldados e policiais em pontos de segurança repetidamente levaram à prisão e apreensão de drogas e armas contrabandeadas.

“Essas buscas são muito importantes e a população local tem respondido bem e cooperado fornecendo informações, porque levamos um senso de segurança para essas pessoas. Às vezes, o Exército é a única instituição que chega até eles”, disse o cel. Mattos.

Em um caso em 17 de novembro, em um ponto de controle em uma estradas no sul do Amazonas, soldados e policiais da Polícia Militar do Estado do Amazonas prenderam um grupo de homens que estaria transportando 43,5 kg de maconha em um veículo. Um dia depois, no mesmo ponto de controle, foram apreendidos 5 kg de base de cocaína que alguém tentava transportar dentro de um veículo. A Polícia Civil de Porto Velho investiga ambos os casos.

Também foram apreendidas armas em vários pontos de controle: duas pistolas e uma espingarda na BR-364, importante rodovia que liga São Paulo ao norte do Brasil, e outras duas espingardas no Acre. Durante este último incidente, agentes da lei transportaram três suspeitos flagrados com armas do município de Rodrigues Alves, onde autoridades do judiciários emitiram ordens de prisão para posse ilegal de armas de fogo.

Em outro caso, em 23 de novembro, dois homens emboscaram soldados da 17ª Brigada que realizavam uma patrulha a pé na cidade de Boa Vista. Felizmente, nenhum soldado ficou ferido e eles conseguiram perseguir os criminosos no mato. Um dos suspeitos, um brasileiro, foi preso sob suspeita de conspirar com os agressores.

Sensores ajudam a localizar áreas desmatadas


Embora trabalhem para proteger a população da violência dos traficantes de drogas e armas, os participantes da Operação Curaretinga também mantêm a vigilância do meio ambiente, combatendo madeireiros ilegais e traficantes de animais.

Para combater o comércio de madeira ilegal, o Exército usa informações fornecidas pelo Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM). As imagens de satélite fornecidas pelo SIPAM permitem que os soldados localizem e atendam às regiões onde grupos ilegais estão envolvidos no desmatamento.

Perto do município de Guajará-Mirim, por exemplo, soldados e policias apreenderam madeira ilegal avaliada em US$ 79.749 (R$ 215.322). Eles também prenderam vários suspeitos ligados à apreensão e, com base em uma Ordem de Apreensão de Destruição do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), demoliram a madeira.

Missões de segurança também fornecem serviços médicos e odontológicos aos civis


Além de trabalhar em favor do meio ambiente, a Operação Curaretinga fornece serviços médicos e odontológicos à população civil. Os participantes até ajudaram os moradores locais a se casarem.

“Durante o fim de semana de 13 e 14 de dezembro, junto com o Tribunal de Justiça de Rondônia, levamos notários públicos itinerantes para as comunidades próximas, onde eles realizaram vários casamentos”, disse o cel. Mattos. “Esta ação até envolveu nossos músicos.”

Os soldados utilizaram a estrutura pré-existente para fornecer tratamento médico e dental, ou na sua ausência, construíram instalações de campo no local. Também aproveitaram a oportunidade para realizar palestras de saúde, além de conversas sobre patriotismo.



De 19 a 30 de novembro, cerca de 1.000 soldados da 17ª Brigada de Infantaria de Selva do Exército do Brasil concluíram a mais recente iniciativa da Operação Curaretinga, uma série de patrulhas de segurança ao longo de cerca de 3.000 km da fronteira Brasli-Bolívia.

Os soldados, em conjunto com quase 100 oficiais de polícia e representantes civis de várias instituições governamentais e organizações não governamentais (ONG's), participaram da operação com patrulhas estabelecidas no norte do Brasil para combater o narcotráfico, contrabando de armas, crimes ambientais e outras atividades criminosas.

“Nossa Brigada está sempre patrulhando as fronteiras. Nós realizamos operações de larga escala, como a Curare, e operações menores, como a Curaretinga”, disse o coronel Robson Monteiro Mattos, chefe de operações da 17ª Brigada de Infantaria de Selva.

Lutando contra o narcotráfico


A violência associada ao tráfico de drogas e armas frequentemente representa uma ameaça aos que vivem na fronteira, mas os sucessos da Operação Curaretinga têm ajudado os moradores do local a viver em paz. As buscas realizadas pelos soldados e policiais em pontos de segurança repetidamente levaram à prisão e apreensão de drogas e armas contrabandeadas.

“Essas buscas são muito importantes e a população local tem respondido bem e cooperado fornecendo informações, porque levamos um senso de segurança para essas pessoas. Às vezes, o Exército é a única instituição que chega até eles”, disse o cel. Mattos.

Em um caso em 17 de novembro, em um ponto de controle em uma estradas no sul do Amazonas, soldados e policiais da Polícia Militar do Estado do Amazonas prenderam um grupo de homens que estaria transportando 43,5 kg de maconha em um veículo. Um dia depois, no mesmo ponto de controle, foram apreendidos 5 kg de base de cocaína que alguém tentava transportar dentro de um veículo. A Polícia Civil de Porto Velho investiga ambos os casos.

Também foram apreendidas armas em vários pontos de controle: duas pistolas e uma espingarda na BR-364, importante rodovia que liga São Paulo ao norte do Brasil, e outras duas espingardas no Acre. Durante este último incidente, agentes da lei transportaram três suspeitos flagrados com armas do município de Rodrigues Alves, onde autoridades do judiciários emitiram ordens de prisão para posse ilegal de armas de fogo.

Em outro caso, em 23 de novembro, dois homens emboscaram soldados da 17ª Brigada que realizavam uma patrulha a pé na cidade de Boa Vista. Felizmente, nenhum soldado ficou ferido e eles conseguiram perseguir os criminosos no mato. Um dos suspeitos, um brasileiro, foi preso sob suspeita de conspirar com os agressores.

Sensores ajudam a localizar áreas desmatadas


Embora trabalhem para proteger a população da violência dos traficantes de drogas e armas, os participantes da Operação Curaretinga também mantêm a vigilância do meio ambiente, combatendo madeireiros ilegais e traficantes de animais.

Para combater o comércio de madeira ilegal, o Exército usa informações fornecidas pelo Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM). As imagens de satélite fornecidas pelo SIPAM permitem que os soldados localizem e atendam às regiões onde grupos ilegais estão envolvidos no desmatamento.

Perto do município de Guajará-Mirim, por exemplo, soldados e policias apreenderam madeira ilegal avaliada em US$ 79.749 (R$ 215.322). Eles também prenderam vários suspeitos ligados à apreensão e, com base em uma Ordem de Apreensão de Destruição do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), demoliram a madeira.

Missões de segurança também fornecem serviços médicos e odontológicos aos civis


Além de trabalhar em favor do meio ambiente, a Operação Curaretinga fornece serviços médicos e odontológicos à população civil. Os participantes até ajudaram os moradores locais a se casarem.

“Durante o fim de semana de 13 e 14 de dezembro, junto com o Tribunal de Justiça de Rondônia, levamos notários públicos itinerantes para as comunidades próximas, onde eles realizaram vários casamentos”, disse o cel. Mattos. “Esta ação até envolveu nossos músicos.”

Os soldados utilizaram a estrutura pré-existente para fornecer tratamento médico e dental, ou na sua ausência, construíram instalações de campo no local. Também aproveitaram a oportunidade para realizar palestras de saúde, além de conversas sobre patriotismo.
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