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Brasil e Argentina investirão 8,4 bilhões de dólares em submarinos na próxima década

Por Dialogo
junho 14, 2011


Brasil e Argentina serão os países que mais investirão em submarinos nos próximos dez anos. Um total de US$ 8,6 bilhões, atingindo 4,61% do mercado global entre 2011 e 2021.

Segundo dados revelados em um estudo da Research & Markets, intitulado The Global Submarine Market 2011-2021, o mercado de submarinos crescerá a uma taxa anual de 1,02% em todo o mundo, atingindo um volume de US$ 186,300 bilhões nos próximos dez anos.

Na América Latina destacam-se Brasil e Argentina, que ocuparão em conjunto 4,61% do mercado global de submarinos, muito distantes da região da América do Norte, cujo mercado está quase totalmente ocupado pelos investimentos dos Estados Unidos (47% do mercado global durante o período analisado, com um total de 87,300 bilhões de euros).

O Brasil conta com o programa Prosub, Programa Nacional de Construção de Submarinos, realizado em colaboração com a França para a montagem de submarinos Scorpene e o desenvolvimento de tecnologia nuclear. Trata-se da construção de quatro submarinos convencionais e de um de propulsão nuclear, bem como de um estaleiro onde serão fabricados os navios e de uma base de apoio para os mesmos.

No caso da Argentina, o estaleiro Storni, no Complexo Naval Industrial Argentino (CINAR), está finalizando os trabalhos de extensão da vida útil do submarino San Juan, realizados com um orçamento de US$ 60 milhões, após os quais terá início a construção de submersíveis TR-1700.

O futuro navio, com deslocamento de 2.300 toneladas, 68,60 metros de comprimento e 8 de diâmetro pode ser, pela solidez de seus anteparos, equipado com uma usina impulsora nuclear.



Concordo completamente. É a arma mais adequada para países como nosso, com uma longa costa e um orçamento baixo para as Forças Armadas. A Alemanha deu importância a isso e qualquer embarcação terra-mar. Tem grande efetividade de combate e não requere muita proteção como as companhias aéreas,logísticas mínimas e um custo mais baixo, e isso remite um conceito básico de guerra, inflige tantos danos possíveis com o custo mais baixo.
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