Suposto narcotraficante Richard Mosquera Mosquera declara-se culpado

Por Dialogo
dezembro 01, 2014



O narcotraficante colombiano Richard Mosquera Mosquera, conhecido como “Pipe”, poderá ser condenado à pena máxima de prisão perpétua após ter se declarado culpado em um tribunal federal dos EUA em 25 de novembro, por conspirar para traficar e distribuir pelo menos cinco quilos de cocaína para os Estados Unidos.

De acordo com os procedimentos de pronúncia de sentenças dos Estados Unidos, Pipe, de 44 anos, poderá ser condenado a uma sentença mínima obrigatória de 10 anos de prisão e até à pena máxima de prisão perpétua. As autoridades de segurança federais não anunciaram imediatamente a data do julgamento. Pipe foi acusado por um júri federal em Tampa, Florida, em 12 de junho de 2013.

Pipe e outros membros de uma organização narcotraficante internacional traficaram grandes quantidades de cocaína para os Estados Unidos, entre 2009 e 2012, de acordo com documentos judiciais de tribunais federais dos EUA. Ele enchia embarcações com a cocaína na Ilha de San Andres, na Colômbia, e organizava o transporte das cargas para Honduras. Lá, Pipe pagava até US$ 500.000 pelas drogas, que depois transportava para o norte com destino aos Estados Unidos. Às vezes, ele colocava o dinheiro pago pelas drogas no mesmo barco que transportava a cocaína para Honduras. Um integrante da organização narcotraficante pilotava a embarcação com o dinheiro de volta para a Colômbia.

Pipe também era responsável pela distribuição de cocaína nos Estados Unidos, conforme seu acordo de confissão com o governo dos Estados Unidos.

Agentes da Direção de Polícia Judiciária e Inteligência da Colômbia (DIJIN) e do Escritório Federal de Investigação dos EUA (FBI) capturaram Pipe na Colômbia em novembro de 2013, e as autoridades de segurança colombianas posteriormente o extraditaram para os EUA.

Polícia Federal mexicana apreende mais de 5.600 quilos de maconha


A Polícia Federal mexicana (PF) apreendeu mais de 5.600 kg de maconha e capturaram quatro suspeitos nos estados de Nuevo León e San Luis Potosí, informou a Comissão Nacional de Segurança em 26 de novembro. Agentes da PF disseram que a droga foi avaliada em 14 milhões de pesos mexicanos, ou US$ 1 milhão.

Em Nuevo León, eles revistaram um caminhão em um posto de controle de rodovia e encontraram 3.135 kg de maconha dentro de 595 pacotes. Os agentes da PF prenderam o motorista, que portava documentos que mostravam que ele estava transportando remédios de uso controlado.

Durante uma blitz de trânsito em San Luis Potosí, um agente da PF encontrou 2.537 kg de maconha escondidos dentro de um caminhão que transportava alfafa. Três suspeitos foram presos.

Comércio de contrabando colombiano gera grandes lucros


Grupos do crime organizado estão contrabandeando uma grande variedade de produtos para a Colômbia, incluindo gado, eletrodomésticos, uísque e roupas, para lavar os lucros provenientes da droga. Organizações criminosas costumam usar os lucros da droga para “comprar” esses e outros itens na Colômbia, como um método de legitimar o dinheiro.

O comércio de contrabando é avaliado em cerca de US$ 6 bilhões por ano, de acordo com estimativas do governo federal colombiano. Grupos do crime organizado estão ampliando seus métodos para lavagem de dinheiro sujo das drogas em resposta a iniciativas das autoridades de segurança colombianas para combater a lavagem de dinheiro no setor financeiro.

“Estamos falando sobre algo que vem se transformando”, disse o General Gustavo Moreno, diretor da Polícia Fiscal e Aduaneira da Colômbia (POLFA), de acordo com o site insightcrime.org
. “O comércio de contrabando não é mais o que costumava ser – o transporte de mercadorias de um país para outro, sem o pagamento de impostos ou tarifas. Hoje é um verdadeiro instrumento (criminoso) utilizado não apenas por traficantes de drogas, mas também por traficantes de armas, de pessoas, extorsionários e narcoterroristas.”

Os grupos do crime organizado começaram a deixar de depositar seu dinheiro de drogas em bancos em 2008, depois que o governo colombiano criou um novo sistema de identificação de operações suspeitas em bancos e outras instituições financeiras, de acordo com Luis Suarez, diretor da Unidade de Investigação Financeira e Análise da Colômbia (UIAF).




O narcotraficante colombiano Richard Mosquera Mosquera, conhecido como “Pipe”, poderá ser condenado à pena máxima de prisão perpétua após ter se declarado culpado em um tribunal federal dos EUA em 25 de novembro, por conspirar para traficar e distribuir pelo menos cinco quilos de cocaína para os Estados Unidos.

De acordo com os procedimentos de pronúncia de sentenças dos Estados Unidos, Pipe, de 44 anos, poderá ser condenado a uma sentença mínima obrigatória de 10 anos de prisão e até à pena máxima de prisão perpétua. As autoridades de segurança federais não anunciaram imediatamente a data do julgamento. Pipe foi acusado por um júri federal em Tampa, Florida, em 12 de junho de 2013.

Pipe e outros membros de uma organização narcotraficante internacional traficaram grandes quantidades de cocaína para os Estados Unidos, entre 2009 e 2012, de acordo com documentos judiciais de tribunais federais dos EUA. Ele enchia embarcações com a cocaína na Ilha de San Andres, na Colômbia, e organizava o transporte das cargas para Honduras. Lá, Pipe pagava até US$ 500.000 pelas drogas, que depois transportava para o norte com destino aos Estados Unidos. Às vezes, ele colocava o dinheiro pago pelas drogas no mesmo barco que transportava a cocaína para Honduras. Um integrante da organização narcotraficante pilotava a embarcação com o dinheiro de volta para a Colômbia.

Pipe também era responsável pela distribuição de cocaína nos Estados Unidos, conforme seu acordo de confissão com o governo dos Estados Unidos.

Agentes da Direção de Polícia Judiciária e Inteligência da Colômbia (DIJIN) e do Escritório Federal de Investigação dos EUA (FBI) capturaram Pipe na Colômbia em novembro de 2013, e as autoridades de segurança colombianas posteriormente o extraditaram para os EUA.

Polícia Federal mexicana apreende mais de 5.600 quilos de maconha


A Polícia Federal mexicana (PF) apreendeu mais de 5.600 kg de maconha e capturaram quatro suspeitos nos estados de Nuevo León e San Luis Potosí, informou a Comissão Nacional de Segurança em 26 de novembro. Agentes da PF disseram que a droga foi avaliada em 14 milhões de pesos mexicanos, ou US$ 1 milhão.

Em Nuevo León, eles revistaram um caminhão em um posto de controle de rodovia e encontraram 3.135 kg de maconha dentro de 595 pacotes. Os agentes da PF prenderam o motorista, que portava documentos que mostravam que ele estava transportando remédios de uso controlado.

Durante uma blitz de trânsito em San Luis Potosí, um agente da PF encontrou 2.537 kg de maconha escondidos dentro de um caminhão que transportava alfafa. Três suspeitos foram presos.

Comércio de contrabando colombiano gera grandes lucros


Grupos do crime organizado estão contrabandeando uma grande variedade de produtos para a Colômbia, incluindo gado, eletrodomésticos, uísque e roupas, para lavar os lucros provenientes da droga. Organizações criminosas costumam usar os lucros da droga para “comprar” esses e outros itens na Colômbia, como um método de legitimar o dinheiro.

O comércio de contrabando é avaliado em cerca de US$ 6 bilhões por ano, de acordo com estimativas do governo federal colombiano. Grupos do crime organizado estão ampliando seus métodos para lavagem de dinheiro sujo das drogas em resposta a iniciativas das autoridades de segurança colombianas para combater a lavagem de dinheiro no setor financeiro.

“Estamos falando sobre algo que vem se transformando”, disse o General Gustavo Moreno, diretor da Polícia Fiscal e Aduaneira da Colômbia (POLFA), de acordo com o site insightcrime.org
. “O comércio de contrabando não é mais o que costumava ser – o transporte de mercadorias de um país para outro, sem o pagamento de impostos ou tarifas. Hoje é um verdadeiro instrumento (criminoso) utilizado não apenas por traficantes de drogas, mas também por traficantes de armas, de pessoas, extorsionários e narcoterroristas.”

Os grupos do crime organizado começaram a deixar de depositar seu dinheiro de drogas em bancos em 2008, depois que o governo colombiano criou um novo sistema de identificação de operações suspeitas em bancos e outras instituições financeiras, de acordo com Luis Suarez, diretor da Unidade de Investigação Financeira e Análise da Colômbia (UIAF).


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