2009-12-02

2 de dezembro — Resumo das notícias da América Central e do Caribe

CIDADE DO MÉXICO, México — Calderón chega à metade do mandato com baixa popularidade: Com três anos de governo, o presidente Felipe Calderón Hinojosa completou a metade do seu mandato com uma queda brusca na popularidade. De acordo com a imprensa local, a aceitação da sua gestão caiu repentinamente 16 pontos nos últimos três meses, ficando em 51 pontos. Os principias problemas identificados pelos mexicanos, por ordem de importância, são a grave crise econômica que afeta a nação (38,8%), o desemprego (16,8%) e a falta de segurança (13,2%).

[Noticieros Televisa, DPA]

SAN JOSÉ, Costa Rica — Candidata do governo à presidência cai nas pesquisas: A dois meses da eleição que elegerá o próximo presidente da Costa Rica, a candidata Laura Chinchilla, do Partido Libertação Nacional (PNL), da situação, conquistou 43% das intenções de voto. Ela caiu 20 pontos em dois meses, mas ainda é a favorita dos eleitores segundo a pesquisa realizada para o jornal local La Nación. Já o candidato Otto Guevara, do Movimento Libertário (ML), saltou dos 13% registrados em setembro para um impressionante índice de 30%.

[EFE, AP]

SAN SALVADOR, El Salvador — Executivo apresenta reforma tributária importante: Seis meses após assumir a presidência de El Salvador, Mauricio Funes apresentou à Assembleia Legislativa um projeto de reforma tributária com o qual pretende arrecadar anualmente entre US$ 220 milhões e US$ 250 milhões. O Executivo busca atenuar os efeitos da crise econômica, que causou uma queda de 17,6% nas exportações e de 10% nas remessas de dinheiro provenientes do exterior. Além disso, a intenção é diminuir o déficit fiscal, estimado em US$ 700 milhões, o que representa 5,6% do produto interno bruto.

[EFE, Diario CoLatino]

CIDADE DO PANAMÁ, Panamá — Governo inicia negociações para obter oportunidades comerciais: O governo panamenho iniciou uma rodada de conversações com os países membros da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) com o objetivo de avançar nas negociações para um tratado de livre comércio (TLC). O ministro do Comércio e Indústria, Roberto Henríquez, explicou que o Panamá é o maior parceiro comercial da EFTA na região da América Central e do Caribe e que um TLC com a associação significaria acesso aberto a um mercado com um produto interno bruto de mais de US$ 950 bilhões.

[Hora Cero, Prensa Latina]

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