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2009-11-02

2 de novembro — Resumo das notícias da América do Sul

BUENOS AIRES, Argentina — Presidente recebe Peres e Abbas em novembro: O governo argentino anunciou que a presidente Cristina Fernández de Kirchner receberá as visitas dos presidentes Hugo Chávez (Venezuela) e Shimon Peres (Israel) nos dias 12 e 16 de novembro, respectivamente. Também chegará a Buenos Aires o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas. Cristina Fernández viajará no dia 18 para uma visita ao presidente brasileiro Luiz Inácio "Lula" da Silva em Brasília. A visita de Chávez faz parte do mecanismo bilateral de encontros quadrimestrais entre ambos os chefes de Estado.

[EFE, AFP]

CARACAS, Venezuela — Coordenador do plano de segurança de Caracas é morto em assalto: O comandante da Guarda Nacional Bolivariana, Delio Hernández, que exercia o cargo de coordenador do plano "Caracas Segura" no oeste da capital, foi assassinado dia 31 de outubro por assaltantes que fugiram após o incidente. O crime ocorreu quando o comandante se dirigia ao seu posto de comando no bairro de La Pastora. Segundo pesquisas, os habitantes de Caracas acreditam que a falta de segurança é o maior problema do país, que tem uma média de 10.000 assassinatos por ano.

[El Universal, EFE]

MONTEVIDÉU, Uruguai — Frente Ampla obtém maioria no Parlamento: Segundo os resultados finais do primeiro turno das eleições do dia 25 de outubro, a Frente Ampla conseguiu manter a maioria nas duas câmaras do Legislativo. O Tribunal Eleitoral informou que a coligação governista obteve 47,96% dos votos, elegendo 16 dos 30 senadores e 50 dos 99 deputados. Depois vieram o Partido Nacional, com nove senadores e 30 deputados, e o Partido Colorado, com cinco senadores e 17 deputados. O Partido Independente terá dois deputados na próxima legislatura.

[El País, EFE]

BOGOTÁ, Colômbia — Filho de Escobar pede "paz" 16 anos depois da morte do pai: Dezesseis anos depois da morte do traficante Pablo Escobar, o filho Juan Sebastián Marroquín Santos, que há anos abandonou o nome original (Juan Pablo Escobar), declarou que aprendeu "a viver" somente após mudar de identidade. "Sigo respondendo pelo que meu pai fez, mas abro mão de buscar a justiça se isso nos devolver a paz", acrescentou Santos, exilado em Buenos Aires. Aos 32 anos de idade, ele assegurou que Pablo Escobar foi "uma lição do que não se deve fazer".

[El Tiempo, EFE]

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