2009-10-26

26 de outubro — Resumo das notícias da América do Sul

BUENOS AIRES, Argentina — Governo defende reforma política: Em meio à desconfiança da oposição, o governo argentino atribuiu "importância fundamental" ao projeto de lei de reforma política que deverá enviar ao Legislativo. Conforme o chefe de gabinete da Presidência, Aníbal Fernández, a iniciativa oficial propõe, entre outros temas, que todos os partidos ingressem em um sistema de eleições primárias abertas, simultâneas e obrigatórias para elegerem os candidatos a cargos eletivos nacionais. O projeto será anunciado formalmente dia 28 de outubro em um ato do qual participará a presidente Cristina Fernández de Kirchner.

[Clarín, EFE]

LA PAZ, Bolívia — Governo negocia frota mercante com Coreia e Argentina: O governo boliviano iniciou negociações com empresas da Coreia do Sul e da Argentina para comprar uma frota de barcaças com as quais pretende auxiliar na exportação de produtos agrícolas que chegam ao Atlântico por meio da hidrovia dos rios Paraguai e Paraná. O Ministério da Defesa declarou que o investimento inicial de US$ 30 milhões permitirá a aquisição de dois comboios de barcaças. A Força Naval da Bolívia comandará uma nova empresa de transportes para gerenciar as embarcações.

[EFE, Red Erbol]

BOGOTÁ, Colômbia — Banco da República fixa meta de inflação para 2010: Segundo as previsões do Banco da República da Colômbia para o exercício fiscal de 2010, a inflação no país não poderá superar o índice de 3%. O organismo também decidiu que a taxa de juros será mantida em 4%. "Uma inflação baixa e estável é a melhor contribuição que a política monetária pode fazer para o crescimento sustentável da economia, o emprego e a competitividade nacional", informou o banco, que continua fazendo um "monitoramento cuidadoso" da situação interna para manter o equilíbrio durante a crise.

[AFP, El País]

LIMA, Peru — Reservas internacionais crescem acentuadamente: O Banco Central de Reserva do Peru informou que as reservas internacionais líquidas do país chegaram a US$ 33,19 bilhões em outubro, mais de US$ 1 bilhão acima do valor registrado em setembro. O órgão especificou que as razões do aumento foram as compras efetuadas na mesa de negociação (no valor de US$ 910 milhões), a reavaliação dos investimentos (US$ 141 milhões) e o aumento dos depósitos do sistema financeiro (US$ 42 milhões). A média diária da taxa de juros corporativa de 90 dias na moeda nacional diminuiu de 1,76% para 1,73%.

[AP, EFE]

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