2009-10-22

22 de outubro — Resumo das notícias da América Central e do Caribe

CIDADE DO MÉXICO, México — EUA e México unem forças contra o narcotráfico: Depois de apresentar as suas credenciais ao presidente Felipe Calderón, o novo embaixador dos Estados Unidos no México, Carlos Pascual, ressaltou a necessidade de um trabalho em conjunto na luta contra o tráfico de drogas ilícitas. O diplomata assegurou que o narcotráfico afeta e ameaça o hemisfério todo e que há a necessidade de manter uma frente comum contra os criminosos, como a Iniciativa Mérida. Pascual confirmou que, por meio do plano, os EUA enviarão mais helicópteros e aviões no final do ano para contribuir com o trabalho das forças mexicanas.

[Excélsior, El Universal]

TEGUCIGALPA, Honduras — OEA confia no diálogo como saída para a crise: Com o diálogo entre representantes de Manuel Zelaya e do presidente interino Roberto Micheletti em uma situação de impasse, a Organização dos Estados Americanos (OEA) declarou que as negociações são fundamentais para o fim da crise institucional. O enviado da OEA a Tegucigalpa, John Biehl, conclamou ambas as partes a destravarem o processo e voltarem a debater o Acordo de San José, iniciativa do presidente costarriquenho Óscar Arias para restituir Zelaya ao poder.

[El Heraldo, La Tribuna]

CIDADE DA GUATEMALA, Guatemala — Quetzal sofre forte desvalorização: A moeda da Guatemala, o quetzal, perdeu 7,46% do seu valor frente ao dólar americano desde o início do ano. Ela é segunda moeda que mais se desvalorizou na América Latina, depois do peso argentino, que caiu 10,52%. Em janeiro de 2009, um dólar era cotado a 7,78 quetzales. Dez meses depois, chegou a 8,36 quetzales. Segundo a agência de classificação de risco Fitch Ratings, a desvalorização se deve à crise global, que reduziu o fluxo de turistas e investimentos.

[La Prensa Libre, El Periódico]

SAN SALVADOR, El Salvador — Oposição enfrenta crise interna: O principal partido de oposição em El Salvador, a Aliança Republicana Nacionalista (Arena), está atravessando uma crise interna. Doze dos seus 32 deputados resolveram acompanhar a Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN) em votações importantes para o país. A situação preocupa os líderes da Arena, o empresariado nacional e até o presidente Mauricio Funes, da FMLN. Eles acreditam que um enfraquecimento da oposição prejudicaria a estabilidade do país e debilitaria a democracia, já que o Legislativo ficaria nas mãos do governo.

[La Prensa Libre, Salvador.com]

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