Arrow left
Arrow right

2009-10-19

19 de outubro — Resumo das notícias da América do Sul

QUITO, Equador — Governo equatoriano recebe crédito bilionário do BID: O governo equatoriano recebeu do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) uma linha de crédito de US$ 1 bilhão para um projeto de “médio e longo prazo” que melhorará e conservará a rede viária do país. O primeiro desembolso, no valor de US$ 30 milhões, financiará a construção de uma nova ponte sobre o rio Babahoyo, que descongestionará a via de acesso entre o porto de Guayaquil e a cidade de Durán. O BID espera que o Equador reduza os custos de transporte e aumente a segurança das rotas do país.

[El Comercio, EFE]

ASSUNÇÃO, Paraguai — Senador descarta possibilidade de golpe contra Lugo: O senador governista paraguaio Carlos Filizzola assinalou que não há possibilidade de um golpe de Estado contra o governo do presidente Fernando Lugo. "Os cidadãos apoiam o presidente e essa é a nossa principal garantia", afirmou o senador do Partido País Solidário (PPS), aliado minoritário do governo em um Congresso onde a maioria é da oposição. A declaração foi feita, após reunião com Lugo, em resposta ao presidente venezuelano Hugo Chávez, que disse em visita à Bolívia que "os golpistas já estão se preparando".

[Última Hora, EFE]

SANTIAGO, Chile — Enríquez-Ominami alcança Frei nas maiores cidades: Em uma nova pesquisa de intenção de voto para as eleições gerais de dezembro, o candidato independente à presidência do Chile, Marco Enríquez-Ominami, alcançou o governista Eduardo Frei nas três principais cidades do país. A pesquisa do jornal El Mercurio posicionou em primeiro lugar o candidato da direita, Sebastián Piñera. Segundo a pesquisa, em Santiago, Valparaíso e Concepción, Piñera obteria 38% no primeiro turno, enquanto Frei receberia 22,8% e Enríquez-Ominami ficaria com 21,5%.

[El Mercurio, EFE]

RIO DE JANEIRO, Brasil — Narcotraficantes derrubam helicóptero da polícia: Confrontos armados entre quadrilhas de narcotraficantes em uma favela do Rio de Janeiro e a posterior intervenção policial causaram a morte de pelo menos 16 pessoas, entre elas dois agentes que estavam em um helicóptero que caiu após ser atingido por tiros. Os criminosos também incendiaram oito ônibus urbanos. O tumulto começou em 17 de outubro e, no dia seguinte, as autoridades da cidade reforçaram a vigilância da zona norte do Rio com 2.000 policiais, enquanto unidades blindadas entraram nas zonas de conflito.

[O Globo, EFE]

Esta reportagem está fechada para comentários e avaliações.