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2009-09-02

2 de setembro — Resumo das notícias da América do Sul

Eduardo Herrera

BRASÍLIA, Brasil — País planeja construir submarino nuclear: O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu autorização da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para pedir um empréstimo de US$ 6 bilhões a bancos franceses com o objetivo de financiar a construção do primeiro submarino a propulsão nuclear do país. Nos cinco últimos anos, as compras brasileiras de armamentos franceses aumentaram 175% e podem crescer ainda mais caso se confirme o prognóstico de que o grupo francês Dassault vencerá uma licitação da Força Aérea Brasileira para a venda de 36 aviões de caça.

[EFE, AFP]

SANTIAGO, Chile — Exército abriga ex-agentes da ditadura: Em meio a críticas de grupos defensores dos direitos humanos, o governo da presidente Michelle Bachelet reconheceu que 13 ex-agentes da polícia secreta da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990) continuam trabalhando para o Exército. A porta-voz da Associação de Familiares de Presos Desaparecidos, Mireya García, afirmou que não estranha a proteção que o exército dá aos violadores de direitos humanos”. O La Nación, que apoia o governo, iniciou a polêmica ao publicar a informação.

[EFE, La Nación]

LIMA, Peru — Belaúnde visita Coréia do Sul: O ministro das Relações Exteriores do Peru, José García Belaúnde, qualificou como “muito positiva” a viagem de três dias realizada à Coréia do Sul, em que ambos os governos manifestaram a disposição de estreitar as relações bilaterais. “Encontrei um ambiente muito positivo, tanto em nível oficial como com investidores, que se disseram muito interessados no Peru”, ressaltou o ministro. O presidente Alan García planeja visitar o país asiático em novembro por ocasião da cúpula do Fórum de Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (APEC) em Cingapura.

[El Comercio, DPA]

BOGOTÁ, Colômbia — Organizadores do “Fora Chávez” esperam milhões em passeata: Os organizadores colombianos da campanha internacional “No más Chávez” (Fora Chávez, em tradução livre), convocada por meio das redes sociais on-line Facebook e Twitter para o dia 4 de setembro, afirmaram que esperam contar com ainda mais participantes que a marcha Um milhão de vozes contra as FARC, que uniu mais de milhão de pessoas em 2008. A manifestação contra as políticas do presidente venezuelano tem o apoio de grupos organizados em países como Colômbia, Venezuela, Israel, Canadá, Peru, Espanha, França e Arábia Saudita. “Muita gente já confirmou presença”, observou um dos organizadores da passeata, Juan David Acouture.

[EFE, El Tiempo]

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