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2009-06-26

26 de junho ― Resumo das notícias da América do Sul

Eduardo Herrera

SANTIAGO, Chile ― País apresenta projetos de infraestrutura a empresários italianos: O governo chileno apresentou seus projetos de obras de infraestruturas para os próximos anos a representantes italianos de empresas de tecnologia que visitaram o país. O ministro de Obras Públicas, Sergio Bitar, informou que o montante das concessões para a construção de estradas, hospitais, prisões e aeroportos nos próximos cinco anos chega a US$ 3 bilhões. Ele explica que, em meio à crise financeira internacional, as empresas italianas demonstraram ter muita capacidade técnica, o que lhes permite fazer uma expansão internacional na qual o Chile está interessado.

[ANSA, La Segunda, EFE]

LIMA, Peru ― Moções de censura são apresentadas contra o gabinete ministerial: As bancadas opositoras do Congresso do Peru apresentaram em 25 de junho uma moção de censura contra o presidente do Conselho de Ministros, Yehude Simon, pela sua omissão durante os casos de violência na Amazônia, que resultaram na morte de 24 policiais e dez civis. A moção, cuja aprovação provocaria sua remoção do gabinete, será discutida entre 29 de junho e 2 de julho, antes da votação. Outra moção está sendo dirigida contra a ministra do Interior, Mercedes Cabanillas, pelas mesmas ocorrências.

[DPA, Radio Programas del Perú, La República]

BOGOTÁ, Colômbia ― Polícia afirma que as FARC têm conexões em 17 países: O general Óscar Naranjo, diretor da polícia colombiana, garantiu que as informações contidas nos computadores apreendidos em 2008, quando o chefe guerrilheiro Raúl Reyes foi abatido, ajudaram a comprovar que as FARC têm conexões em 17 países que participaram da preparação e execução de agressões contra colombianos. O governo do Equador rompeu relações diplomáticas com a Colômbia em março de 2008, após o ataque de militares colombianos no acampamento de Reyes, que se encontrava em território equatoriano.

[El País, El Tiempo, EFE]

LA PAZ, Bolívia ― Evo Morales volta ao país sem visitar sede da ONU: Por causa de problemas técnicos no avião presidencial, o presidente boliviano Evo Morales teve que voltar da Venezuela para La Paz em 25 de junho sem poder visitar a sede nova-iorquina das Nações Unidas, onde é realizada uma conferência sobre a crise econômica. O governante teria programado sair da cidade venezuelana de Maracay com destino a Nova Iorque a fim de participar da conferência e falar sobre os efeitos da crise no desenvolvimento latino-americano, mas os atrasos não permitiram que o avião chegasse a tempo.

[La Razón, Los Tiempos, DPA]

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