2009-02-16

Resumo de Notícias da América do Sul – 16 de fevereiro

César Rodríguez

CARACAS, Venezuela – “Sim” vence com 54,36% contra 45,63% para o “Não”: Com 94,2% dos votos totalizados, a Comissão Nacional Eleitoral anunciou no dia 15 de fevereiro a vitória do “Sim”, abrindo caminho para uma emenda constitucional que permitirá que Hugo Chávez se candidate à presidência novamente nas eleições de 2012. O número de abstenções ficou em 32,95% e foi um dois maiores das últimas eleições. Houve 179.141 votos nulos. Omar Barboza, presidente do partido Um Novo Tempo, reconheceu a vitória do “Sim”, mas enfatizou que o governo usara recursos estatais “inescrupulosamente a fim de vencer a disputa”.

[El Universal, El Nacional]

CARTAGENA, Colômbia – Vice-presidente chinês Xi Jinping visita a Colômbia: O líder asiático chegou no dia 14 de fevereiro à cidade caribenha de Cartagena de Índias, na Colômbia, acompanhado de diversos empresários e autoridades governamentais do seu país. Na sua primeira visita oficial à Colômbia, onde ficou até 16 de fevereiro, Jinping se reuniu com o presidente Álvaro Uribe Vélez e com empresários na capital Bogotá para tratar de questões envolvendo comércio e turismo entre os dois países.

[El Tiempo, El Espectador]

LIMA, Peru – Presidente Alan García destaca crescimento peruano de 9,84% em 2008: O presidente do Peru disse que, com base em números oficiais do Instituto Nacional de Estatística e Informática, o país obteve um “recorde extraordinário” no que se refere ao seu crescimento econômico em comparação com o ano anterior. Ele também assegurou que o número teria superado 10% se não fossem os efeitos da crise econômica internacional. Garcia alegou que, entre outros motivos, o progresso econômico foi resultado do desenvolvimento contínuo da indústria da construção civil.

[El Comercio, Radio RPP]

QUITO, Equador – Rafael Correa ordena confisco de ativos das petrolíferas Repsol e Perenco no Equador: O presidente ordenou que o seu governo tomasse medidas coercitivas contra a petrolífera espanhola Repsol e a companhia francesa Perenco para cobrar dívidas em aberto. Correa disse que as empresas de petróleo não haviam feito pagamentos pela extração de petróleo equatoriano e assegurou que elas deviam centenas de milhões de dólares ao país. A lei equatoriana permite que ativos de empresas sejam temporariamente confiscados e que contas bancárias sejam congeladas para forçar o pagamento de dívidas em aberto.

[El Comercio, El Mercurio]

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