Arrow left
Arrow right

2012-04-24

Agüero: Messi é tão bom quanto Maradona

O argentino Lionel Messi, que marcou 41 gols pelo FC Barcelona na La Liga, ganhou as últimas três Bolas de Ouro, oferecidas anualmente ao melhor jogador do mundo. Ele ficou apenas um gol atrás do artilheiro da competição, Cristiano Ronaldo, do Real Madrid. (Albert Gea/Reuters)

O argentino Lionel Messi, que marcou 41 gols pelo FC Barcelona na La Liga, ganhou as últimas três Bolas de Ouro, oferecidas anualmente ao melhor jogador do mundo. Ele ficou apenas um gol atrás do artilheiro da competição, Cristiano Ronaldo, do Real Madrid. (Albert Gea/Reuters)

Por Chris Swanson para Infosurhoy.com – 24/04/2012

BUENOS AIRES, Argentina – Sergio Agüero disse recentemente que seu compatriota Lionel Messi deveria estar no mesmo pedestal que o ícone Diego Maradona em termos de grandeza em campo.

Messi, que marcou 41 gols pelo FC Barcelona na La Liga – um a menos que Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, artilheiro da competição –, ganhou as últimas três Bolas de Ouro, oferecidas anualmente ao melhor jogador do mundo.

Agüero afirma que não há por que comparar jogadores de décadas diferentes, mas acrescenta que Messi está dominando o esporte como Maradona – sogro de Agüero – o fez na década de 1980, quando levou a Argentina ao título mundial de 1986 e ao vice-campeonato quatro anos depois.

“Ambos foram os melhores de suas épocas, então não há comparação”, disse Agüero, que é casado com a filha mais nova de Maradona, Giannina, à Radio Rivadavia. “Diego sempre será o melhor de todos os tempos, mas eu o colocaria ao lado de Leo.”

Agüero e Messi devem comandar a seleção argentina na Copa do Mundo de 2014 no Brasil, onde a pressão por um bom desempenho da Albiceleste será enorme depois da derrota da equipe para a Alemanha nas quartas de final na África do Sul em 2010.

“Ganhar uma Copa do Mundo é difícil, mas temos muitos bons jogadores que estão jogando bem na Europa”, avalia Agüero, que joga no inglês Manchester City. “Temos o time, mas tudo depende da vontade.”

Matías Rodríguez jogará pela Argentina ou pelo Chile?

O zagueiro do Universidad de Chile Matías Rodríguez diz que está pensando em jogar partidas internacionais pelo Chile, embora sempre tenha desejado competir pela Argentina, seu país natal.

Mas o atleta de 26 anos terá de escolher, pois as regras da FIFA determinam que, ao participar de um jogo internacional por um país, o jogador poderá defender apenas aquele país pelo resto da vida. Rodríguez tornou-se uma grande estrela no Chile, mas não é conhecido na Argentina.

O técnico da seleção argentina Alejandro Sabella afirma estar de olho em Rodríguez, mas não o convocou para nenhuma das próximas partidas. Enquanto isso, o jogador diz que aceitaria o convite do técnico chileno Claudio Borghi para jogar pela La Roja.

“Eu não teria problemas em jogar pelo Chile se pudesse me tornar cidadão, porque sei que seria uma grande oportunidade, mais do que na Argentina”, disse Rodríguez ao La Tercera. “É um sonho [jogar pela Argentina]. Não recebi nenhum telefonema, mas meu agente recebeu. Sei que fui observado em algumas ocasiões.”

Espil encerra a carreira

O ala do Weber Bahía Estudiantes, Juan Espil, aposentou-se do basquete profissional nesta semana.

“Estou bem fisicamente, mas foi uma decisão”, afirmou Espil, de 44 anos, após a derrota do seu time nas quartas de final do campeonato argentino em 18 de abril. “Quando as coisas são feitas corretamente, dá para ficar calmo.”

Espil, que recebeu a bola do jogo como presente após a derrota para o Peñarol, foi aplaudido de pé pela torcida.

“Gostei da despedida, quando disse que fui bem tratado em todas as quadras”, disse Espil aos jornalistas. “A verdade é que o Peñarol é um excelente time e fizemos um bom jogo. Faltou pouco, mas nos esforçamos muito.”

Natural de Bahía Blanca, Espil teve uma carreira magnífica, tendo sido o cestinha de seu país nos mundiais da FIBA de 1994 e 1998. Ele também levou o time ao título nos Jogos Pan-americanos de 1995, à medalha de prata na Copa América de 1995 e aos bronzes de 1993 e 1999 no mesmo evento. O atleta ainda representou a Argentina nas Olimpíadas de 1996, quando ficou em nono lugar.

Esta reportagem está fechada para comentários e avaliações.