2009-04-08

8 de abril ― Resumo de notícias da América Central e do Caribe

Guillermo Ramírez

PORTO PRÍNCIPE, Haiti ― ONU solicita ajuda ao Haiti: O enviado especial da ONU ao Haiti, Hédi Hannabi, pediu que a comunidade internacional apoiasse os esforços do país mais pobre do continente americano. Referindo-se a uma conferência de doadores marcada para Washington DC, Hannabi disse que “o país tem a sua melhor oportunidade em décadas de romper os círculos destrutivos do passado”. Ele acrescentou que, poucos dias após a renovação do seu Senado, o Haiti só poderia continuar progredindo com o apoio sólido e constante dos seus parceiros econômicos e políticos no exterior. A ONU mantém uma missão de paz e de promoção da democracia no Haiti há cinco anos, desde a violenta queda do ex-presidente Jean Bertrand Aristide.

[EFE, Clave Digital]

SAN SALVADOR, El Salvador ― Atividades do centro de controle de narcóticos são prolongadas: A ministra das Relações Exteriores de El Salvador, Marisol Argueta, e o encarregado de Negócios da Embaixada dos EUA, Robert Blau, assinaram um acordo para prolongar o funcionamento do centro nacional de controle de narcóticos por mais cinco anos. O centro funciona no Aeroporto Internacional de Comalapa desde 2000. O acordo permite que autoridades americanas e salvadorenhas combatam o tráfico na região. Em 2008, ele levou à apreensão de mais de 80 toneladas de drogas, que valeriam US$ 17 bilhões se vendidas nas ruas. O centro é uma das principais bases de vigilância aérea da América Central. Entre as atividades dele também está o combate ao tráfico de drogas no México e nos Estados Unidos.

[La Prensa Gráfica, El Salvador.com]

CIDADE DA GUATEMALA, Guatemala ― Força policial-militar é criada para combater crime organizado: A Polícia Nacional Civil (PNC) anunciou a criação de uma força policial-militar combinada para recuperar áreas dominadas pela ilegalidade e pelo crime organizado em todo o país. A chefe da PNC, Marlene Blanco Lapola, explicou que a nova unidade também terá um departamento de inteligência, com 300 agentes que trabalharão com a Comissão Internacional contra a Impunidade na Guatemala (CICIG). O exército nacional vem apoiando a PNC na escolta de ônibus públicos que foram alvos recentes de uma onda de crimes.

[Prensa Libre, La Hora]

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