2013-04-03

Corpo de Fuzileiros Navais do Chile recebe fuzis Colt M4 dos EUA

A Marinha do Chile fez um pedido inicial de 2 mil fuzis de assalto M4 de calibre 5.56 mm ao fabricante norte-americano Colt, em 29 de março, em Santiago, no Chile. (Foto: Infodefensa.com)

A Marinha do Chile fez um pedido inicial de 2 mil fuzis de assalto M4 de calibre 5.56 mm ao fabricante norte-americano Colt, em 29 de março, em Santiago, no Chile. (Foto: Infodefensa.com)

Infodefensa.com

O Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Chile fez em 29 de março, em Santiago do Chile, um primeiro pedido de 2 mil fuzis de assalto M4 de calibre 5.56 mm ao fabricante norte-americano Colt, através de um contrato de valor não divulgado que inclui uma opção para um segundo pedido de volume similar, a ser concretizado em curto prazo.

O primeiro pedido, com entregas a serem realizadas em 2014, destina-se a equipar as unidades de combate que integram a Brigada Expedicionário Anfíbia (BAE), uma formação de deslocamento rápido a partir do mar com 1.400 membros, criada em 2012. Os demais membros da BAE e outras unidades do Corpo de Fuzileiros Navais continuarão empregando os fuzis HK33A2 de calibre 5.56 mm, adquiridos no início dos anos 90.

A compra dos M4 foi decidida após um longo processo de avaliação e negociações, inicialmente realizado em conjunto com o Exército, que também estava selecionando uma nova arma de assalto para suas unidades de infantaria.

Enquanto o Corpo de Fuzileiros Navais privilegiou a durabilidade dos fuzis sob uso intenso e prolongado em condições ambientais inóspitas, além da possibilidade de incorporar uma grande variedade de acessórios às armas, o Exército priorizou a possibilidade de montar os fuzis no Chile, integrando uma porcentagem de componentes e partes de fabricação local.

A fase final do processo de seleção do Corpo de Fuzileiros Navais também incluiu o HK 416 do fabricante alemão Heckler & Koch e o SCAR-L, fabricado pela Fuzileiros Navais Herstal, da Bélgica.

A versão do M4 fabricada sob licença da empresa norte-americana DPMS Panther Arms também foi avaliada, mas foi descartada, considerando-se os problemas enfrentados com esse fuzil pela Brigada das Forças Especiais do Exército.

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1 Comentário

  • juan ddga | 2013-04-17

    Eles podem comprar todas as armas, em uma próxima guerra, que será em Santiago do Chile, (TEATRO DE OPERAÇÕES) todas as predições dizem que o ganhador será a REPÚBLICA DA BOLÍVIA, a operação durará 24h. PACHACUTEC