2012-05-07

Salina no norte do Chile fica livre de minas antipessoais

Um trabalhador de combate do Exército chileno trabalha em um campo minado no norte do país, onde o governo pretende eliminar 180 mil explosivos espalhados nos 980 quilômetros de fronteira. (Foto: AFP)

Um trabalhador de combate do Exército chileno trabalha em um campo minado no norte do país, onde o governo pretende eliminar 180 mil explosivos espalhados nos 980 quilômetros de fronteira. (Foto: AFP)

AFP

O ministro da Defesa chileno, Andrés Allamand, declarou os terrenos da salina de Acotán, no norte do Chile, livres de minas antipessoais e antitanques, mais um passo para eliminar as 180 mil minas plantadas durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990) no país.

Por ocasião da Convenção de Ottawa, acordo assinado pelo Chile em 1997, as Forças Armadas chilenas encerraram as tarefas de retirada humanitária de minas da salina de Acotán, em pleno deserto de Atacama e perto da fronteira com a Bolívia.

Depois de declarar oficialmente os terrenos como livres de minas, Allamand e as autoridades das Forças Armadas percorreram a região, que até agora estava fechada ao público por medida de segurança.

O Chile se comprometeu a eliminar as 180 mil minas plantadas nas fronteiras tanto do norte como no extremo sul do país nos anos 70, durante a ditadura de Pinochet.

Segundo dados do Ministério da Defesa, até o momento já foram eliminadas cerca de 50 mil minas, das quais 14.100 foram destruídas na região de Antofagasta (norte).

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