Arrow left
Arrow right

2012-04-20

Guarda-Costeira e agências parceiras interditam o quinto submarino do tráfico no oeste do Caribe

Uma embarcação semissubmersível de autopropulsão afundada foi interditada no Mar do Caribe Ocidental no dia 30 de março de 2012 pelas tripulações dos cruzadores Decisive e Pea Island, da Guarda-Costeira, pela Força Tarefa Conjunta Interagentes Sul (JIATF-S) e pela Marinha de Honduras. (Foto: Guarda-Costeira dos EUA)

Uma embarcação semissubmersível de autopropulsão afundada foi interditada no Mar do Caribe Ocidental no dia 30 de março de 2012 pelas tripulações dos cruzadores Decisive e Pea Island, da Guarda-Costeira, pela Força Tarefa Conjunta Interagentes Sul (JIATF-S) e pela Marinha de Honduras. (Foto: Guarda-Costeira dos EUA)

Boletim de Imprensa da Guarda-Costeira dos EUA

As tripulações dos cruzadores Decisive e Pea Island da Guarda-Costeira, a Força Tarefa Conjunta Interagentes Sul (JIATF-S) e a Marinha de Honduras apreenderam uma embarcação semissubmersível de autopropulsão (SPSS) pertencente aos contrabandistas de drogas no Mar do Caribe Ocidental, no dia 30 de março.

As embarcações SPSS são normalmente usadas para transportar drogas ilícitas no leste do Pacífico, e esta interdição já é a quinta realizada pela Guarda-Costeira desse tipo de barco no Caribe. A primeira apreensão da Guarda-Costeira de embarcações SPSS do tráfico no Mar do Caribe Ocidental foi realizada no dia 13 de julho de 2011.

Uma tripulação da Estação Aérea da Guarda-Costeira de Miami, que trabalhava no Caribe em apoio à Operação Martillo, da JIATF-S, avistou uma embarcação suspeita e notificou os vigilantes do 7º Distrito da Guarda-Costeira no local.

Os cruzadores Pea Island e Decisive partiram para a posição informada. As tripulações dos cruzadores Pea Island e Decisive interditaram o SPSS e detiveram quatro supostos contrabandistas. O SPSS afundou durante a interdição, a centenas de metros de profundidade.

“Cruzadores de média resistência como o Decisive são construídos para suportar patrulhamentos de muitas semanas de duração em águas afastadas da costa, incluindo operações que requerem mais comunicações e operações com helicópteros e barcos de busca”, disse o Capitão Brendan McPherson, chefe de execução do 7º Distrito da Guarda-Costeira. “Quando trabalhamos em conjunto com navios de patrulhamento como o Pea Island, que dispõe de maior velocidade e flexibilidade, nós e nossos parceiros somos capazes de disponibilizar o conjunto único que inclui a capacitação militar, a autoridade policial e a capacidade de salvar vidas da Guarda-Costeira, onde quer que haja necessidade de se proteger os interesses americanos”.

Construído na selva e nas regiões remotas da América do Sul, o SPSS típico tem menos de 100 pés de comprimento, leva quatro ou cinco tripulantes e transporta até 10 toneladas métricas de carga ilícita em percursos de até 8 mil quilômetros. Os traficantes de drogas projetam as embarcações SPSS de forma tal que sejam difíceis de ser localizadas e possam ser afundadas rapidamente quando a polícia for avistada, dificultando assim a recuperação do contrabando.

A Guarda-Costeira dos EUA, a Marinha dos EUA, a Proteção de Alfândega e Fronteiras e as aeronaves e tripulações de embarcações das nações parceiras trabalham juntas no patrulhamento de combate às drogas no Mar do Caribe.

Você gostou deste artigo?

39Rating no
Adicione Seu Comentário Política de Comentários
*informa campo obrigatório

1 Comentário

  • JULITO | 2012-04-26

    é de estranhar que os EUA sejam consumidores de drogas, porque tanta coisa para se evitar o contrabando se afinal de contas eles são os que mais as consomem. deveriam permitir a entrada das drogas com a finalidade de torná-las mais baratas porque, quanto mais houver, mais barato será seu custo.