2012-04-19

Um dos principais narcotraficantes colombianos se entrega à DEA

Javier Antonio Calle Serna é o líder do grupo criminoso “Los Rastrojos” e ex-líder do cartel do Norte del Valle. Ele é considerado responsável por financiar o envio e coordenar carregamentos com muitas toneladas de cocaína para o México através de lanchas, barcos pesqueiros e semissubmersíveis de autopropulsão. (Foto: Depto. de Estado dos EUA)

Javier Antonio Calle Serna é o líder do grupo criminoso “Los Rastrojos” e ex-líder do cartel do Norte del Valle. Ele é considerado responsável por financiar o envio e coordenar carregamentos com muitas toneladas de cocaína para o México através de lanchas, barcos pesqueiros e semissubmersíveis de autopropulsão. (Foto: Depto. de Estado dos EUA)

AFP

Javier Antonio Calle Serna, considerado o líder da organização narcotraficante ‘Los Rastrojos’, entregou-se a membros da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA), informaram em 17 de abril a imprensa colombiana e uma fonte da Promotoria deste país.

Calle Serna “vinha negociando sua entrega há mais de um ano e sabe-se que este homem conseguiu o acordo com a DEA e se entregou há poucos minutos nos Estados Unidos”, divulgou a emissora RCN Radio, citando como fonte a Polícia da Colômbia.

Um porta-voz da Promotoria colombiana confirmou à AFP a entrega do suposto narcotraficante à DEA, mas disse que esta ocorreu no Panamá.

Calle Serna e seu irmão Luis Enrique formavam um clã conhecido como ‘Los Comba’ (combatentes) e eram considerados os chefes máximos de Los Rastrojos, um dos principais grupos narcotraficantes colombianos.

A RCN informou que Calle Serna “é acusado de ser um dos maiores exportadores de drogas da Colômbia para a América Central, Estados Unidos e Europa”.

Outro irmão Calle Serna, Juan Carlos, foi capturado em meados de março no Equador e posteriormente entregue à Colômbia.

Autoridades acusam Los Rastrojos de ligações com o cartel mexicano de Sinaloa, bem como de proteger o costa-riquenho Alejandro Jiménez (vulgo Palidejo), que foi preso em março na Colômbia pelo assassinato do poeta argentino Facundo Cabral, no ano passado.

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