2011-08-18

O Comfort parte para a fase final da missão Promessa Continuada

O Comfort e sua tripulação de membros de serviço dos EUA e das nações parceiras, além dos voluntários civis, passaram quatro meses e meio fornecendo assistência humanitária e cívica. (U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 1st Class Kim Williams)

O Comfort e sua tripulação de membros de serviço dos EUA e das nações parceiras, além dos voluntários civis, passaram quatro meses e meio fornecendo assistência humanitária e cívica. (U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 1st Class Kim Williams)

Especialista de Comunicações de Massa 1ª Classe (SW) Kim Williams

O navio hospital USNS Comfort (T-AH 20), do Comando Militar de Transporte Marítimo, e a equipe da missão Promessa Continuada 2011 (CP11) passaram pelo Canal do Panamá rumo ao norte, para a última escala de sua missão.

O Comfort e sua tripulação de membros de serviço dos EUA e das nações parceiras, além dos voluntários civis, passaram quatro meses e meio fornecendo assistência humanitária e cívica aos habitantes da Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Jamaica, Nicarágua e Peru, e dedicarão o último mês de seu deslocamento a dar assistência aos haitianos devastados por um terremoto.

“O Haiti, acredito, é a maior oportunidade de se ajudar as pessoas em função das consequências do recente terremoto que atingiu o país, impactando seu nível de pobreza e dificultando o acesso à assistência médica”, disse o tenente Vernon Mackie, residente de medicina do Centro Médico Nacional Naval de Bethesda, Maryland. “Como eles são os mais necessitados, acho que esta é nossa maior oportunidade de fazer a grande diferença”.

Mackie, que entrou para a missão CP11 na Costa Rica, disse que a passagem pelo Canal do Panamá representa o início do fim da missão, mas está ansioso pela oportunidade de fazer com que a última escala seja a melhor e mais produtiva do deslocamento.

Ainda que diversos membros a bordo do Comfort tenham demonstrado seu desejo de voltar para casa, para suas famílias e amigos, muitos tripulantes estão ansiosos por continuar a missão de boa vontade em Porto Príncipe, no Haiti.

“Minha unidade no Canadá é uma unidade de operações humanitárias e alívio de desastres, assim sendo vivenciar o Haiti será uma conquista para nós”, disse o tenente do Exército canadense Chad Turnbull, administrador hospitalar de Nova Escócia, Canadá. “Uma das participantes de minha equipe daqui estava no Haiti quando o terremoto aconteceu, então será bom para ela ver o que vem ocorrendo lá nesse ano e meio”, acrescentou Turnbull. “Estou ansioso para atravessar o canal e chegar ao Haiti”.

Enquanto a tripulação tem alguns dias para descansar e aproveitar a viagem pelo Canal do Panamá, ela também está psicologicamente preparada para ver a situação do Haiti o que, para alguns, será uma volta à região depois dos esforços de alívio para o terremoto há quase dois anos.

“Na última escala de nossa missão [Haiti], poderemos ver o progresso do que foi feito [desde o terremoto, em 2010], e como o povo está lidando com isto tudo”, disse o militar 1ª Classe Kevin Geegan, do 28º Destacamento do Batalhão Móvel de Construção Naval a bordo do Comfort. “O objetivo dos Seabees é proporcionar um grande resultado à população, sendo-lhe de grande utilidade e melhorando sua qualidade de vida”.

Até o momento, o pessoal da Promessa Continuada atendeu a 63.805 pacientes e realizou 1.029 cirurgias.

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1 Comentário

  • JUANCHO ALVAREZ | 2011-10-02

    Até este momento, o pessoal da Promessa Contínua atendeu 63.805 pacientes e realizou 1.029 procedimentos cirúrgicos